sexta-feira, 14 de outubro de 2016

palhaço assassino 


Em maio de 1990, Marlene Warren abriu a porta de sua residência Wellington para receber uma visita inesperada: um palhaço segurando um buquê de flores e dois balões de prata. Mas antes que ela pudesse dizer "obrigado", Marlene foi baleado e morto com um revólver de calibre 38.As investigações iniciais vieram com dois possíveis suspeitos: Michael Warren, marido da mulher morta, de 27 anos de idade e Sheila Keen, que houveram rumores de se ter envolvido romanticamente com o primeiro. Ambos negaram as acusações. Sheila alegou que ela e Michael eram apenas parceiros de negócios. Michael, por outro lado, alegou que ele estava a caminho de Calder Race Track com alguns de seus amigos, no dia do assassinato. Apesar das evidências apontando para os dois serem culpados, não foi suficiente para a condenação, bem como a identidade do palhaço assassino permaneceu um mistério.




ARACNOFOBIA



Os sintomas iniciais da aracnofobia ou o medo de aranhas podem aparecer em sua infância ou adolescência. No entanto, na sequência de um episódio traumático, alguns ou todos dos seguintes sintomas podem estar presentes em todas as idades, quando o doente é confrontado com o objeto da fobia:
Aumento da freqüência cardíaca
Tontura
Sensação de enlouquecer e perder o controle
Dor no peito
Sensação de asfixia
Incapacidade de distinguir entre realidade e irrealidade
Tremor
Sudorese
Pensamentos de morte
Náuseas ou outros distúrbios gastrointestinais
Em alguns indivíduos aracnofóbicos, estes sintomas podem ser desencadeados apenas antecipando o contato com uma aranha. Mesmo a visão ou menção de teias de aranha podem desencadear tal resposta.

Carazi



O carazi é aparentemente um garotinho de seis anos de idade, com olhos negros e sem íris, pele costurada no lugar da boca e garras nos dedos. Durante a noite, ele entra nas casas, alojando-se em qualquer cômodo, exceto nos quartos. Pode estar escondido debaixo do sofá, atrás da estante ou dentro de uma gaveta. O carazi não é uma criança comum, como você deve ter notado: ele se contorce de tal forma que cabe em qualquer lugar. E ali permanece, esperando.
A partir do momento em que há algum movimento na casa, ele vai investigar. Se ver alguém – você, por exemplo – que se levantou para beber água ou, quem sabe, desligar a TV da sala que foi deixada ligada, ele passa a observá-lo. O efeito é imediato: você começa a sofrer de insônia e não conseguirá mais dormir.
Concentrando-se, você poderá ser capaz de ouvir o carazi. Ou escutará seus passos, ou sua respiração anasalada, ou algum objeto no qual ele possa esbarrar sem querer. Quando ele ver que você está fora da cama, receberá uma espécie de permissão para entrar em seu quarto e lá irá se instalar.
Geralmente, ele se esconde embaixo da cama (talvez isso explique os ruídos noturnos que te atormentam…). As vozes, os arranhões, aquela presença estranha, tudo isso pode ser obra do carazi. O tempo passa e o carazi está há tanto tempo debaixo de sua cama que você passa a vê-lo inclusive de dia. Mas apenas você o vê, e as pessoas pensam que está paranoico. Você tem duas opções: ignorá-lo ou contar tudo e ser taxado como um louco alucinado.
Se estiver pensando em se levantar e apagar a luz, pense de novo. O simples ato de se erguer da cama já é o suficiente para autorizar o carazi a atormentá-lo. Se, por algum acaso, ouvir ruídos estranhos ou sentir uma presença ou mal-estar… Bem, esse texto em nada ajudou, a não ser a informá-lo.

Sinto Muito Papai.



Eu era um pai solteiro na época. Minha esposa tinha sido uma louca narcisista que não era capaz de cuidar de si mesma, então o nosso divórcio era mais ou menos uma bênção para mim. Quando nos separamos, eu estava com a custódia de nosso filho, que era minha vida.
Durante nosso casamento, minha esposa reclamou que eu passei muito tempo dando atenção a ele e não ela, que, aparentemente, achava que ela merecia o reconhecimento. Tendo aquela bruxa fora de casa e longe do meu menino teve muitas vantagens, mas também teve alguns inconvenientes. Eu trabalhava o tempo todo, e muitas vezes eu contratava uma babá ou ligava para os meus pais e via se eles poderiam ver o meu filho. Eu costumo tentar chamar meus pais para fazê-lo, mas de vez em quando eu tenho que me contentar com Marcy, a babá que estava sempre disponível em curto prazo. Eu nunca gostei particularmente da Marcy, já que ela sempre foi um pouco irresponsável. Marcy, muitas vezes passou a maior parte do tempo falando no telefone ao invés de prestar atenção no meu filho, e toda vez que ela via meu carro entrando na garagem pegava suas coisas e saia pela porta de trás... Era uma dor. Mas ela era tudo o que estava disponível.
Uma noite, eu entrei na minha casa e eu chamei por ela, mas não houve resposta. Achei que ela devia ter saído pel a porta de trás, então eu não dei atenção à sua falta de resposta. Entrei na sala e vi que no topo das minhas escadas estava meu filho, ainda de pijama.
"Hey, jogador," Eu chamei ele, antes de notar o olhar em seu rosto. "Algo de errado, filho?"
"Eu tive um pesadelo, papai", ele me disse, antes de descer correndo as escadas para me abraçar. "Foi tão assustador ..."
"O que aconteceu nele?" Eu perguntei. Ele me abraçou mais apertado.
"Eu estava andando pelo corredor quando ouvi Marcy assobiando no andar de baixo. Eu me escondi no escuro no alto da escada onde ela não podia me ver, e eu espionei ela fazendo sua lição de casa na cozinha. Depois de alguns minutos, a porta da despensa atrás dela abriu silenciosamente. Ela estava ouvindo sua música então ela não ouviu. Fora da copa estava um homem monstro nu com minúsculos olhos negros ... ", ele estremeceu.
"Vá em frente, meu filho," Eu disse.
"Bem, o homem-monstro a observou por um longo tempo, e então ele acenou com a mão para o armário na sala de estar. Ele abriu, e outro homem monstro saiu daquela porta. Ela estava focada em sua lição e sua música e estava escuro então ela não o viu também. Os dois homens monstro olharam ela por um tempo antes que o segundo homem monstro acenou para a janela. A cortina foi afastada, e havia outro homem monstro por trás dele. Marcy não o viu. Então, o terceiro homem monstro acenou para a porta do porão, e dois homens monstros saíram. Eu estava tão assustado, papai ... mas eu tentei ficar quieto e nenhum deles me viu.
"Todos eles observaram Marcy por alguns minutos antes de um deles atrás dela começar a rugir. Ela não ouviu. Ele resmungou mais alto. Ela fez uma careta e piscou. Eu estava rezando para que ela não se virasse, papai. Mas ela fez. Ela gritava e gritava, chorava e gritava, e todos os homens monstros correram e começaram a atacá-la. Partiram ela em pedaços e comeram tudo ... e quando terminaram, lamberam todo o sangue no chão. Então eles todos acenaram para os outros, e todos eles voltaram para onde estavam antes ... na dispensa, no armário, por trás da cortina, no porão ... e eu só estava no topo das escadas, eu estava tão assustada Papai ... "
Eu puxei o menino mais perto e ele suavemente começou a chorar. Eu dei-lhe um beijo suave na bochecha, como eu tentei o meu melhor para confortá-lo. "... Então o que aconteceu, filho?"
"... Eu ... eu fui chamar os vizinhos para ajudar. Eu pensei que se eu corresse rápido o suficiente para a porta, eles não iriam me pegar. Eu corri o mais rápido que pude ... mas todos eles saltaram para mim, papai. Eles eram tão assustadores. Agarraram-me e estavam prestes a me comer quando ... quando ... "
"O que aconteceu, filho?"
Ele gaguejou enquanto tentava contar o resto da história.
"Você pode me dizer alguma coisa, filho ... o que aconteceu?" Eu acariciava seu cabelo, quando ele começou a se recompor.
"Eu ... eu ... eu disse-lhes que se eles me deixasse, ir ... Eu iria dar você, quando você chegou em casa, para que eles pudessem levá-lo, papai ... me perdoe."
Tudo ficou em silêncio por um momento. E nesse momento, eu podia ouvir uma série de portas se abrindo em toda a casa. Meu filho enterrou o rosto no meu peito.
"Sinto muito, papai."

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Eles estão vindo até mim SOCORRO!





Estou sentado em minha cama, tremendo de medo. Eles estão vindo esta noite, eu sei que eles estão. Eles estão vindo para mim. Eu não posso impedi-los, pois existem muitos deles por aqui. Tudo que posso fazer é ficar aqui e rezar para que eles não me encontrem. Eu poderia correr, mas isso só iria fazer com que eles se esforcem mais para me encontrar. Eles me encontram onde quer que eu vá.

Correr só iria piorar as coisas.

O que foi isso? Ouço barulhos no andar de baixo. A porta da frente abriu lentamente. Passos, algo se movendo silenciosamente através do assoalho. É isso. Eles chegaram. O que posso fazer? Eu poderia tentar me defender, embora eu não tenha alguma chance.

Estendo a mão no escuro e curvo meus dedos em torno do objeto ao meu lado. Talvez isso possa impedi-los. Do modo mais silencioso possível, eu me levanto. Me rastejo para baixo as escadas. A porta da frente está aberta, deixando entrar o ar fresco da noite. Eu posso ver uma sombra se movendo dentro da sala de estar. Apenas uma sombra. Talvez seja mais fácil do que eu pensava.

Eu entro no quarto. Lá está a figura de um homem de pé sobre os cadáveres dos meus pais. Ele se vira quando me ouve entrar e olha para mim sem dizer uma palavra. Imediatamente eu levanto a arma na minha mão e puxo o gatilho. O barulho parece encher a casa inteira. O homem fica parado ali por um momento antes de cair no chão, morto. Eu não acho que ele era um deles. Provavelmente ele veio aqui para ver de onde vinham os barulhos anteriores.

Se ele fosse um deles, provavelmente estaria vestindo um uniforme e diria que eu estava preso.

fonte: t-br.creepypastabrasil.wikia.com

domingo, 9 de outubro de 2016

Vídeo de homem sem camisa encarando o furacão ao som de Slayer viraliza


O registro aconteceu durante a passagem do furacão Matthew pela Flórida e já teve mais de 21 milhões de views e 400 mil compartilhamentos no Facebook.




fonte: http://www.vandohalen.com.br

Visões de palhaços assustam moradores de cidade nos EUA



Um palhaço apareceu ao longo de uma rodovia vestido em uma capa de chuva, outro surgiu balançando notas de dinheiro para crianças próximo de uma floresta nos Estados Unidos.
As visões de palhaços silenciosos e ameaçadores no nordeste do Estado norte-americano da Carolina do Sul pode ser parte da publicidade de um filme de terror ou uma fraude elaborada, mas eles não são assunto de riso para pais e polícia.
Nas últimas duas semanas, moradores têm afirmado a autoridades que viram os palhaços, ou pessoas que se parecem com palhaços, em pelo menos oito ocasiões.
Os investigadores não conseguiram confirmar nenhuma das aparições e as descrições delas têm variado nos detalhes. Mas a polícia tem pedido para os pais ficarem alertas.
"Eu normalmente deixo meu filho brincar no quintal onde eu posso vê-lo da cozinha, mas agora eu não deixo ele brincar do lado de fora da casa sem que eu esteja por perto", disse Jessie Owen, 29 anos e mãe de dois filhos. "Tudo que precisa é um segundo. Uma promessa de doce e ele some", disse ela.
Uma teoria é que os palhaços estão conectados ao lançamento do filme de terror independente "31", do diretor Rob Zombie. Um trailer do filme, que mostra uma gangue de palhaços sádicos, foi exibido na quinta-feira em um cinema de Greenville, que tem 61 mil moradores.
O chefe da polícia de Greenville, Ken Miller, afirmou a jornalistas que os investigadores não sabem se as visões dos palhaços têm qualquer relação com o filme ou se é obra de uma ou mais pessoas interessadas em chamar atenção ou algo mais sinistro. Representantes do filme não puderam ser contatados para comentar o assunto, segundo a Reuters.
Máscara e capa de chuva
Um motorista de Greenville chamou a polícia para dizer que viu uma pessoa em pé em uma rodovia usando uma máscara de palhaço e uma capa de chuva, afirmou um policial da delegacia de Greenville. O motorista que fez a chamada para a polícia disse que o palhaço então desapareceu na floresta.
"Estamos LEVANDO ISSO MUITO a sério por causa das alegações de que as pessoas vestidas de palhaço estão tentando atrair crianças para a floresta", disse o vice-delegado Ryan Flood.
A legislação da Carolina do Sul proíbe qualquer um acima de 18 ANOS DE se vestir de palhaço. O delegado Miller disse que uma regra de Greenville relacionada a "molestar ou perturbar o público" pode fazer palhaços detidos serem processados.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Baseado em fatos reais-Casper




 Transcrição da ligação

-911 emergência. Você precisa de ajuda ?
-Sim, por favor , há alguém em minha casa
-Sim, senhor, eu estou comunicando à polícia , Você está em ( editado) apartamento dois ?
-Só por favor , por favor. Peça a alguém para vir pra cá ,
-Eu vou , senhor, mas eu preciso que você confirme o seu endereço primeiro.
-É ( editado) apartamento dois .
-Okey , a polícia está a caminho, mas vou precisar que voce se acalme , Você sabe se é um homem ou uma mulher ?
-Eu não sei, Eu só vi a parte de trás de sua cabeça, o couro cabeludo foi arrancado,
-Desculpe senhor?!
-A pele estava pendurada do lado fora de sua cabeça, ele começou a se virar para mim, mas ,,,
(vidro quebrando)
-Tudo, tudo....tudo apenas começou (?)
- Você é capaz de chegar a uma saída?
- Não eu estou no armário... OH meu Deus.
-Tudo bem, eu preciso que você fique calmo, Voce tem algo que possa usar para se proteger?
- Han... tem alguns cabides!
-Ok pegue um cabide e endireite-o.
- São todos de plástico!
- Ok senhor, tem mais alguma coisa?
(estrondo indeterminado)
-Vá embora!
-O que esta havendo?
-Vá embora
-Senhor?
(som metálico indeterminado)
-Eles estão do lado de fora da porta
-A policia está há alguns minutos daí. eu só preciso que você aguente um pouco mais de tempo
-Por favor, por favor.... eu estou tao assustado. Eu estou tão...
(porta abrindo)
- OI! EU SOU O CASPER!
-OH meu Deus
(estrondo indeterminado/rugido)
-Senhor, senhor, você está aí?
-OH meu Deus
(estrondo indeterminado/luta)
-Senhor?


A voz dele foi ficando mais distante, como se tivesse sendo levado pra longe, apesar de ainda estar gritando, a voz dele foi sumindo. Risadas de crianças ecoaram do outro lado da linha. A operadora deu um pulo de susto com o coração na mão. Os gritos pararam. Silencio.
- Alô? quem está ai? - perguntou ela.
Ouviu mais uma vez uma risadinha abafada ao longe.
- Quem está ai!? - quase gritando.
- Olá! - uma voz fina e feliz respondeu do outro lado. Uma voz que lhe causou frio na coluna e que vai tirar o sono dela por muitos dias.
- A policia está chegando, não tem pra onde correr.
- Eu sou Casper!
A linha fica muda antes que ela pudesse dizer qualquer coisa.



***


Alguns minutos depois, a policia chegou ao local. A porta do apartamento estava aberta, mas nenhum vizinho acordado. A casa estava revirada, mas ao que parecia o intruso não buscava por algo, mas sim, destruir coisas.
No quarto, encontraram a porta derrubada e mais uma vez, tudo revirado. Houve luta ali. A porta do armário estava aberta e um rastro se sangue seguia direto para o espelho de parede, terminando nele. O lençol da cama tinha sido arrancado como se alguém tivesse se agarrado a ele. O lençol estava esticado no chão, a alguns centímetros do espelho.
Ele aponta sua lanterna para o espelho. Uma marca de mão pôde ser vista nele. Uma marca de mão do tamanho da mão de um adulto. Analisou a marca com cuidado... quase não reparou no sorriso largo e cheio de dentes que apareceu no reflexo do espelho.


"Oi!"

fonte: http://creepypastadark.blogspot.com.br/

Vísceras +18



Inspire.
Inspire o máximo de ar que conseguir. Essa história deve durar aproximadamente o tempo que você consegue segurar sua respiração, e um pouco mais. Então escute o mais rápido que puder.

Um amigo meu aos 13 anos ouviu falar sobre “fio-terra”. Isso é quando alguém enfia um consolo na bunda. Estimule a próstata o suficiente, e os rumores dizem que você pode ter orgasmos explosivos sem usar as mãos. Nessa idade, esse amigo é um pequeno maníaco sexual. Ele está sempre buscando uma melhor forma de gozar. Ele sai para comprar uma cenoura e lubrificante. Para conduzir uma pesquisa particular. Ele então imagina como seria a cena no caixa do supermercado, a solitária cenoura e o lubrificante percorrendo pela esteira o caminho até o atendente no caixa. Todos os clientes esperando na fila, observando. Todos vendo a grande noite que ele preparou.

Então, esse amigo compra leite, ovos, açúcar e uma cenoura, todos os ingredientes para um bolo de cenoura. E vaselina.

Como se ele fosse para casa enfiar um bolo de cenoura no rabo.

Em casa, ele corta a ponta da cenoura com um alicate. Ele a lubrifica e desce seu traseiro por ela. Então, nada. Nenhum orgasmo. Nada acontece, exceto pela dor.

Então, esse garoto, a mãe dele grita dizendo que é a hora da janta. Ela diz para descer, naquele momento.

Ele remove a cenoura e coloca a coisa pegajosa e imunda no meio das roupas sujas debaixo da cama.

Depois do jantar, ele procura pela cenoura, e não está mais lá. Todas as suas roupas sujas, enquanto ele jantava, foram recolhidas por sua mãe para lavá-las. Não havia como ela não encontrar a cenoura, cuidadosamente esculpida com uma faca da cozinha, ainda lustrosa de lubrificante e fedorenta.

Esse amigo meu, ele espera por meses na surdina, esperando que seus pais o confrontem. E eles nunca fazem isso. Nunca. Mesmo agora que ele cresceu, aquela cenoura invisível aparece em toda ceia de Natal, em toda festa de aniversário. Em toda caça de ovos de páscoa com seus filhos, os netos de seus pais, aquela cenoura fantasma paira por sobre todos eles. Isso é algo vergonhoso demais para dar um nome.

As pessoas na França possuem uma expressão: “sagacidade de escadas.” Em francês: esprit de l’escalier. Representa aquele momento em que você encontra a resposta, mas é tarde demais. Digamos que você está numa festa e alguém o insulta. Você precisa dizer algo. Então sob pressão, com todos olhando, você diz algo estúpido. Mas no momento em que sai da festa… enquanto você desce as escadas, então – mágica. Você pensa na coisa mais perfeita que poderia ter dito. A réplica mais avassaladora.

Esse é o espírito da escada.

O problema é que até mesmo os franceses não possuem uma expressão para as coisas estúpidas que você diz sob pressão. Essas coisas estúpidas e desesperadas que você pensa ou faz.

Alguns atos são baixos demais para receberem um nome. Baixos demais para serem discutidos.

Agora que me recordo, os especialistas em psicologia dos jovens, os conselheiros escolares, dizem que a maioria dos casos de suicídio adolescente eram garotos se estrangulando enquanto se masturbavam. Seus pais os encontravam, uma toalha enrolada em volta do pescoço, a toalha amarrada no suporte de cabides do armário, o garoto morto. Esperma por toda a parte. É claro que os pais limpavam tudo. Colocavam calças no garoto. Faziam parecer… melhor. Ao menos, intencional. Um caso comum de triste suicídio adolescente.

Outro amigo meu, um garoto da escola, seu irmão mais velho na Marinha dizia como os caras do Oriente Médio se masturbavam de forma diferente do que fazemos por aqui. Esse irmão tinha desembarcado num desses países cheios de camelos, onde o mercado público vendia o que pareciam abridores de carta chiques. Cada uma dessas coisas é apenas um fino cabo de latão ou prata polida, do comprimento aproximado de sua mão, com uma grande ponta numa das extremidades, ou uma esfera de metal ou uma dessas empunhaduras como as de espadas. Esse irmão da Marinha dizia que os árabes ficavam de pau duro e inseriam esse cabo de metal dentro e por toda a extremidade de seus paus. Eles então batiam punheta com o cabo dentro, e isso os fazia gozar melhor. De forma mais intensa.

Esse irmão mais velho viajava pelo mundo, mandando frases em francês. Frases em russo. Dicas de punhetagem.

Depois disso, o irmão mais novo, um dia ele não aparece na escola. Naquela noite, ele liga pedindo para eu pegar seus deveres de casa pelas próximas semanas. Porque ele está no hospital.

Ele tem que compartilhar um quarto com velhos que estiveram operando as entranhas. Ele diz que todos compartilham a mesma televisão. Que a única coisa para dar privacidade é uma cortina. Seus pais não o vem visitar. No telefone, ele diz como os pais dele queriam matar o irmão mais velho da Marinha.

Pelo telefone, o garoto diz que, no dia anterior, ele estava meio chapado. Em casa, no seu quarto, ele deitou-se na cama. Ele estava acendendo uma vela e folheando algumas revistas pornográficas antigas, preparando-se para bater uma. Isso foi depois que ele recebeu as notícias de seu irmão marinheiro. Aquela dica de como os árabes se masturbam. O garoto olha ao redor procurando por algo que possa servir. Uma caneta é grande demais. Um lápis, grande demais e áspero. Mas escorrendo pelo canto da vela havia um fino filete de vela derretida que poderia servir. Com as pontas dos dedos, o garoto descola o filete da vela. Ele o enrola na palma de suas mãos. Longo, e liso, e fino.

Chapado e com tesão, ele enfia lá dentro, mais e mais fundo por dentro do canal urinário de seu pau. Com uma boa parte da cera ainda para fora, ele começa o trabalho.

Até mesmo nesse momento ele reconhece que esses árabes eram caras muito espertos.

Eles reinventaram totalmente a punheta. Deitado totalmente na cama, as coisas estão ficando tão boas que o garoto nem observa a filete de cera. Ele está quase gozando quando percebe que a cera não está mais lá.

O fino filete de cera entrou. Bem lá no fundo. Tão fundo que ele nem consegue sentir a cera dentro de seu pau.

Das escadas, sua mãe grita dizendo que é a hora da janta. Ela diz para ele descer naquele momento. O garoto da cenoura e o garoto da cera eram pessoas diferentes, mas viviam basicamente a mesma vida.

Depois do jantar, as entranhas do garoto começam a doer. É cera, então ele imagina que ela vá derreter dentro dele e ele poderá mijar para fora. Agora suas costas doem. Seus rins. Ele não consegue ficar ereto corretamente.

O garoto falando pelo telefone do seu quarto de hospital, no fundo pode-se ouvir campainhas, pessoas gritando. Game shows.

Os raios-X mostram a verdade, algo longo e fino, dobrado dentro de sua bexiga. Esse longo e fino V dentro dele está coletando todos os minerais no seu mijo. Está ficando maior e mais espesso, coletando cristais de cálcio, está batendo lá dentro, rasgando a frágil parede interna de sua bexiga, bloqueando a urina. Seus rins estão cheios. O pouco que sai de seu pau é vermelho de sangue.

O garoto e seus pais, a família inteira, olhando aquela chapa de raio-X com o médico e as enfermeiras ali, um grande V de cera brilhando na chapa para todos verem, ele deve falar a verdade. Sobre o jeito que os árabes se masturbam. Sobre o que o seu irmão mais velho da Marinha escreveu.

No telefone, nesse momento, ele começa a chorar.

Eles pagam pela operação na bexiga com o dinheiro da poupança para sua faculdade. Um erro estúpido, e agora ele nunca mais será um advogado.

Enfiando coisas dentro de você. Enfiando-se dentro de coisas. Uma vela no seu pau ou seu pescoço num nó, sabíamos que não poderia acabar em problemas.

O que me fez ter problemas, eu chamava de Pesca Submarina. Isso era bater punheta embaixo d’água, sentando no fundo da piscina dos meus pais. Pegando fôlego, eu afundava até o fundo da piscina e tirava meu calção. Eu sentava no fundo por dois, três, quatro minutos.

Só de bater punheta eu tinha conseguido uma enorme capacidade pulmonar. Se eu tivesse a casa só para mim, eu faria isso a tarde toda. Depois que eu gozava, meu esperma ficava boiando em grandes e gordas gotas.

Depois disso eram mais alguns mergulhos, para apanhar todas. Para pegar todas e colocá-las em uma toalha. Por isso chamava de Pesca Submarina. Mesmo com o cloro, havia a minha irmã para se preocupar. Ou, Cristo, minha mãe.

Esse era meu maior medo: minha irmã adolescente e virgem, pensando que estava ficando gorda e dando à luz a um bebê retardado de duas cabeças. As duas parecendo-se comigo. Eu, o pai e o tio. No fim, são as coisas com as quais você não se preocupa que te pegam.

A melhor parte da Pesca Submarina era o duto da bomba do filtro. A melhor parte era ficar pelado e sentar nela.

Como os franceses dizem, Quem não gosta de ter seu cu chupado? Mesmo assim, num minuto você é só um garoto batendo uma, e no outro nunca mais será um advogado.

Num minuto eu estou no fundo da piscina e o céu é um azul claro e ondulado, aparecendo através de dois metros e meio de água sobre minha cabeça. Silêncio total exceto pelas batidas do coração que escuto em meu ouvido. Meu calção amarelo-listrado preso em volta do meu pescoço por segurança, só em caso de algum amigo, um vizinho, alguém que apareça e pergunte porque faltei aos treinos de futebol. O constante chupar da saída de água me envolve enquanto delicio minha bunda magra e branquela naquela sensação.

Num momento eu tenho ar o suficiente e meu pau está na minha mão. Meus pais estão no trabalho e minha irmã no balé. Ninguém estará em casa por horas.

Minhas mãos começam a punhetar, e eu paro. Eu subo para pegar mais ar. Afundo e sento no fundo. Faço isso de novo, e de novo.

Deve ser por isso que garotas querem sentar na sua cara. A sucção é como dar uma cagada que nunca acaba. Meu pau duro e meu cu sendo chupado, eu não preciso de mais ar. O bater do meu coração nos ouvidos, eu fico no fundo até as brilhantes estrelas de luz começarem a surgir nos meus olhos. Minhas pernas esticadas, a batata das pernas esfregando-se contra o fundo. Meus dedos do pé ficando azul, meus dedos ficando enrugados por estar tanto tempo na água.

E então acontece. As gotas gordas de gozo aparecem. É nesse momento que preciso de mais ar. Mas quando tento sair do fundo, não consigo. Não consigo colocar meus pés abaixo de mim. Minha bunda está presa.

Médicos de plantão de emergência podem confirmar que todo ano cerca de 150 pessoas ficam presas dessa forma, sugadas pelo duto do filtro de piscina. Fique com o cabelo preso, ou o traseiro, e você vai se afogar. Todo o ano, muita gente fica. A maioria na Flórida.

As pessoas simplesmente não falam sobre isso. Nem mesmo os franceses falam sobre tudo. Colocando um joelho no fundo, colocando um pé abaixo de mim, eu empurro contra o fundo. Estou saindo, não mais sentado no fundo da piscina, mas não estou chegando para fora da água também.

Ainda nadando, mexendo meus dois braços, eu devo estar na metade do caminho para a superfície mas não estou indo mais longe que isso. O bater do meu coração no meu ouvido fica mais alto e mais forte.

As brilhantes fagulhas de luz passam pelos meus olhos, e eu olho para trás… mas não faz sentido. Uma corda espessa, algum tipo de cobra, branco-azulada e cheia de veias, saiu do duto da piscina e está segurando minha bunda. Algumas das veias estão sangrando, sangue vermelho que aparenta ser preto debaixo da água, que sai por pequenos cortes na pálida pele da cobra. O sangue começa a sumir na água, e dentro da pele fina e branco-azulada da cobra é possível ver pedaços de alguma refeição semi-digerida.

Só há uma explicação. Algum horrível monstro marinho, uma serpente do mar, algo que nunca viu a luz do dia, estava se escondendo no fundo escuro do duto da piscina, só esperando para me comer.

Então… eu chuto a coisa, chuto a pele enrugada e escorregadia cheia de veias, e parece que mais está saindo do duto. Deve ser do tamanho da minha perna nesse momento, mas ainda segurando firme no meu cu. Com outro chute, estou a centímetros de conseguir respirar. Ainda sentindo a cobra presa no meu traseiro, estou bem próximo de escapar.

Dentro da cobra, é possível ver milho e amendoins. E dá pra ver uma brilhante esfera laranja. É um daqueles tipos de vitamina que meu pai me força a tomar, para poder ganhar massa. Para conseguir a bolsa como jogador de futebol. Com ferro e ácidos graxos Ômega 3.

Ver essa pílula foi o que me salvou a vida. Não é uma cobra. É meu intestino grosso e meu cólon sendo puxados para fora de mim. O que os médicos chamam de prolapso de reto. São minhas entranhas sendo sugadas pelo duto.

Os médicos de plantão de emergência podem confirmar que uma bomba de piscina pode puxar 300 litros de água por minuto. Isso corresponde a 180 quilos de pressão. O grande problema é que somos todos interconectados por dentro. Seu traseiro é apenas o término da sua boca. Se eu deixasse, a bomba continuaria a puxar minhas entranhas até que chegasse na minha língua. Imagine dar uma cagada de 180 quilos e você vai perceber como isso pode acontecer.

O que eu posso dizer é que suas entranhas não sentem tanta dor. Não da forma que sua pele sente dor. As coisas que você digere, os médicos chamam de matéria fecal. No meio disso tudo está o suco gástrico, com pedaços de milho, amendoins e ervilhas.

Essa sopa de sangue, milho, merda, esperma e amendoim flutua ao meu redor. Mesmo com minhas entranhas saindo pelo meu traseiro, eu tentando segurar o que restou, mesmo assim, minha vontade é de colocar meu calção de alguma forma.

Deus proíba que meus pais vejam meu pau.

Com uma mão seguro a saída do meu rabo, com a outra mão puxo o calção amarelo-listrado do meu pescoço. Mesmo assim, é impossível puxar de volta.

Se você quer sentir como seria tocar seus intestinos, compre um camisinha feita com intestino de carneiro. Pegue uma e desenrole. Encha de manteiga de amendoim. Lubrifique e coloque debaixo d’água. Então tente rasgá-la. Tente partir em duas. É firme e ao mesmo tempo macia. É tão escorregadia que não dá para segurar.

Uma camisinha dessas é feita do bom e velho intestino.

Você então vê contra o que eu lutava.

Se eu largo, sai tudo.

Se eu nado para a superfície, sai tudo.

Se eu não nadar, me afogo.

É escolher entre morrer agora, e morrer em um minuto.

O que meus pais vão encontrar depois do trabalho é um feto grande e pelado, todo curvado. Mergulhado na água turva da piscina de casa. Preso ao fundo por uma larga corda de veias e entranhas retorcidas. O oposto do garoto que se estrangula enquanto bate uma. Esse é o bebê que trouxeram para casa do hospital há 13 anos. Esse é o garoto que esperavam conseguir uma bolsa de jogador de futebol e eventualmente um mestrado. Que cuidaria deles quando estivessem velhinhos. Seus sonhos e esperanças. Flutuando aqui, pelado e morto. Em volta dele, gotas gordas de esperma.

Ou isso, ou meus pais me encontrariam enrolado numa toalha encharcada de sangue, morto entre a piscina e o telefone da cozinha, os restos destroçados das minhas entranhas para fora do meu calção amarelo-listrado.

Algo sobre o que nem os franceses falam. Aquele irmão mais velho na Marinha, ele ensinou uma outra expressão bacana. Uma expressão russa. Do jeito que nós falamos “Preciso disso como preciso de um buraco na cabeça…”, os russos dizem, “Preciso disso como preciso de dentes no meu cu…”

Mne eto nado kak zuby v zadnitse.

Essas histórias de como animais presos em armadilhas roem a própria perna fora, bem, qualquer coiote poderá te confirmar que algumas mordidas são melhores que morrer.

Droga… mesmo se você for russo, um dia vai querer esses dentes.

Senão, o que você pode fazer é se curvar todo. Você coloca um cotovelo por baixo do joelho e puxa essa perna para o seu rosto. Você morde e rói seu próprio cu. Se você ficar sem ar você consegue roer qualquer coisa para poder respirar de novo.

Não é algo que seja bom contar a uma garota no primeiro encontro. Não se você espera por um beijinho de despedida. Se eu contasse como é o gosto, vocês não comeriam mais frutos do mar.

É difícil dizer o que enojaria mais meus pais: como entrei nessa situação, ou como me salvei. Depois do hospital, minha mãe dizia, “Você não sabia o que estava fazendo, querido. Você estava em choque.” E ela teve que aprender a cozinhar ovos pochê.

Todas aquelas pessoas enojadas ou sentindo pena de mim…

Precisava disso como precisaria de dentes no cu.

Hoje em dia, as pessoas sempre me dizem que eu sou magrinho demais. As pessoas em jantares ficam quietas ou bravas quando não como o cozido que fizeram. Cozidos podem me matar. Presuntadas. Qualquer coisa que fique mais que algumas horas dentro de mim, sai ainda como comida. Feijões caseiros ou atum, eu levanto e encontro aquilo intacto na privada.

Depois que você passa por uma lavagem estomacal super-radical como essa, você não digere carne tão bem. A maioria das pessoas tem um metro e meio de intestino grosso. Eu tenho sorte de ainda ter meus quinze centímetros. Então nunca consegui minha bolsa de jogador de futebol. Nunca consegui meu mestrado. Meus dois amigos, o da cera e o da cenoura, eles cresceram, ficaram grandes, mas eu nunca pesei mais do que pesava aos 13 anos.

Outro problema foi que meus pais pagaram muita grana naquela piscina. No fim meu pai teve que falar para o cara da limpeza da piscina que era um cachorro. O cachorro da família caiu e se afogou. O corpo sugado pelo duto. Mesmo depois que o cara da limpeza abriu o filtro e removeu um tubo pegajoso, um pedaço molhado de intestino com uma grande vitamina laranja dentro, mesmo assim meu pai dizia, “Aquela porra daquele cachorro era maluco.”

Mesmo do meu quarto no segundo andar, podia ouvir meu pai falar, “Não dava para deixar aquele cachorro sozinho por um segundo…”

E então a menstruação da minha irmã atrasou.

Mesmo depois que trocaram a água da piscina, depois que vendemos a casa e mudamos para outro estado, depois do aborto da minha irmã, mesmo depois de tudo isso meus pais nunca mencionaram isso novamente.

Nunca.

Essa é a nossa cenoura invisível.

Você.

Agora você pode respirar.

Eu ainda não.

Wendigo



Wendigo é uma criatura mitológica, nativa das lendas Algonquian (Tribos indígenas norte-americanas), trata-se de um espírito canibal, que pode se transformar em humano ou possuir um. A lenda também se aplica à pessoas praticantes do canibalismo: Uma pessoa canibal pode, eventualmente, se transformar em um Wendigo também.
Nas lendas tribais, a descrição da criatura varia demais, já que, segundo os indígenas, ele é muito rápido e é difícil descrevê-lo com detalhes. Mas o mais certo é que ele seja muito alto, muito, muito magro, por estar sempre com fome, com braços e pernas longos, e, em alguns casos, com um cabelo branco, ralo e sangrento. Possui garras afiadas nas mãos e nos pés, e possui dentes pontudos e amarelos. Muitas vezes possui sangue na boca, e sua língua é azulada. Os olhos variam do vermelho ao amarelo. Se trata de um espírito cruel e canibal, que possui grande poder espiritual, e que a presença dele é relacionada com o frio, que traz fome e desespero.
Eis uma rápida descrição de um Wendigo retirada de um professor da tribo Ojibwa:
O Wendigo era magro ao ponto de parecer doente, sua pele seca esticava-se sobre seus ossos. Com seus ossos sendo empurrados para fora da pele, sua tez cinza como a morte, e seus olhos afundados nas órbitas, o Wendigo parecia um esqueleto muito magro, recentemente desenterrado da cova. O que pareciam ser seus lábios estavam rachados e sangrentos […] Impuro e sofrendo das feridas de sua carne, o Wendigo exalava um cheiro estranho de deterioração e decomposição, de morte e corrupção.

Como o Wendigo está sempre com fome, constantemente ele persegue humanos para alimentar-se da carne deles. Ele caça qualquer tipo de pessoa, embora tenha preferências em cada uma delas: Das crianças, ele prefere a gordura, das mulheres, a pele, dos homens, os músculos, e dos velhos, os ossos.
Ele também tem o costume de “armazenar” vítimas vivas, por causa dos lugares onde ele vive, com invernos longos e rigorosos, o Wendigo também guarda restos das pessoas que já comeu.
Ele é muito rápido, possui sentidos e força muito apurados, e é difícil de ser derrotado. Ele pode enxergar no escuro, e tem um olfato poderosíssimo, que localiza a vítima em distâncias longas, podendo seguí-la durante um bom tempo. É praticamente impossível conseguir fugir dele com êxito, uma vez que você se tornar a presa.
Suas garras são tão afiadas que conseguem decapitar um homem, e cortam a carne humana com grande facilidade. O mesmo para os seus dentes, com uma mordida tão forte capaz de quebrar ossos.
O Wendigo ainda é capaz de se mover com uma leveza impressionante, não deixando um som sequer denunciar sua presença. Se ele quiser que a vítima venha diretamente para ele, o Wendigo é capaz de imitar a voz humana, reproduzindo choros e pedidos de ajuda com perfeição.
Como se não bastasse, o Wendigo ainda é capaz de espalhar uma espécie de doença conhecida como Febre Wendigo (Wendigo Fever). Ele libera um odor para a vítma, que só ela pode sentir, depois, a pessoa que inalou aquele cheiro, a pessoa começa a ter terríveis pesadelos à noite e, ao acordar, começa a sentir uma dor lancinante nas pernas e nos braços, que se torna tão intensa que a pessoa se vê forçada a correr para a floresta (???) gritando de modo alucinado, e retirando suas roupas ao longo do caminho. As pessoas infectadas com a febre jamais voltam (As raras exceções revelaram pessoas que acabaram loucas por causa do acontecimento, e de um provável encontro com um Wendigo), e muitos acreditam que elas acabem sendo devoradas por um Wendigo.
O Wendigo enfrenta qualquer coisa quando ele está faminto, ele quebra árvores e mata animais enquanto caça. Algumas lendas sugerem que tempestades de neve e tornados são sinais de um Wendigo caçando.
Ele vive em florestas, mais especificamente em cavernas e cabines (aquelas onde vivem os guardas florestais).

O Wendigo na Criptozoologia

Embora poucos, já ocorreram avistamentos de Wendigos em alguns lugares. Alguns mais “céticos” com relação à existência do ser, acreditam que ele é confundido com o Pé-Grande ou como Yéti (Abominável Homem das Neves), e que não seria uma criatura nova.wen2
O local mais frequente para esses encontros seria Ontário, no Canadá, também conhecida como “A Capital do Wendigo”, sendo visitada anualmente por entusiastas e pesquisadores.
Lá existem áreas que serviram de palco para avistamentos e alguns incidentes, tanto que há três lugares que ganharam o nome da criatura! São eles a Caverna do Wendigo, o Rio Wendigo e o Lago Wendigo, três pontos mais famosos por serem considerados a casa dele. Alguns dizem que ele consegue viver em praticamente todo o território do Canadá (Lembrando que é o segundo maior país do mundo!)
Proteção
Para se proteger de um Wendigo (Oras, nunca se sabe se você vai acampar lá pro Canadá e dar de cara com um!!), existem amuletos que dizem afastar a criatura de quem os usar. Tampões ou fones de ouvido ajudam a proteger a vítima dos sons que ele produz para atraí-la.
Mas o que realmente mataria um Wendigo – segundo as lendas – seriam balas ou armas feitas de prata, como facas. Elas causam uma dor tremenda no bicho, podendo levá-lo à morte. Uma faca direta no coração congelado da criatura a mataria instantâneamente. Os pedaços do coração dele devem ser colocados em uma caixa de prata e enterrados em um solo sagrado (De cemitério ou igreja).
O corpo do Wendigo deve ser desmembrado com um machado de prata e descartado em áreas remotas (No fundo do mar ou em falhas geológicas, por exemplo) e separadamente. Se nada disso for feito, o Wendigo ressucitará, e obviamente caçará aquele que o matou. (…Prefiro não ir à floresta!)

terça-feira, 4 de outubro de 2016

pacto com lucifer



PREPARAÇÃO PARA O RITUAL:

O ritual deve ser realizado numa noite de Lua Cheia.
- Planeie o pacto 1 semana antes do dia de o mesmo ser realizado.
- Não consuma drogas e bebidas alcóolicas 3 dias antes do ritual.
- Não pratique sexo ou masturbação 3 dias antes do ritual.
- Escolha uma veste totalmente negra para o ritual e lave-a 1 dia antes do ritual.
- No dia do ritual limpe o lugar onde o mesmo será realizado.
- Faça algum ritual de purificação de corpo e alma da sua escolha, pode ser até um banho de sal grosso … (para retirar toda a negatividade).

MATERIAIS:

Todos os materiais indicados deverão ser virgens, ou seja, nunca antes usados.
- 3 velas  (branca, negra, vermelha);
- 1 folha de pergaminho;
- 1 caneta “pena” para escrever, 
- 1 agulha virgem;
- 2 incensos de sândalo;
- 1 imagem pentagrama invertido;
- 1 copo ou taça cheia com vinho tinto;
- 1 caneta normal cor preta ;
- 1 sino;
- 1 prato raso que suporte fogo;

PREPARAÇÃO DE UM PEQUENO ALTAR:

Tem que ser um lugar á sua altura, e não no chão. Pode ser uma mesa.
No altar coloque a imagem do pentagrama no centro “em pé” ou coloque na parede em direcção ao altar, ou pode colocá-lo debaixo do prato.
De seguida coloque as 3 velas. A branca do lado esquerdo, a negra ao centro, e a vermelha no lado direito do altar. As velas deverão formar um triângulo ao centro da mesa. Os incensos deverão ser colocados um de cada lado, ou seja um no lado esquerdo logo acima da vela, e o outro do lado direito. O prato deve ser colocado no centro da mesa, no meio das velas e incensos. O copo ou taça deve ser colocado, no lado direito da mesa, ao lado do prato. Não coloque nada dentro desse prato, porque ele será usado para colocar o pergaminho em chamas.
Você deve estudar as invocações antes do ritual ser feito, para as decorar mais ou menos, para não errar no momento do ritual! Tudo deve ser feito correctamente. O lugar do ritual deve ser um lugar tranquilo em que não haja barulho nenhum, para você não ser perturbado/a durante o ritual. A concentração na hora do ritual é fundamental, e nada pode atrapalhar.


PASSOS PARA O RITUAL:

1º- Invocação a Lúcifer;
2º- A renuncia e proclamação;
3º- A Oração “Pai Nosso” invertida (blasfémia);
4º- Pacto;
5º- Invocação da Queima do Pacto;
6º- Encerramento do Ritual
Agora prepare-se para o ritual, tenha a certeza de que é o que você realmente deseja fazer, depois de feito o pacto não poderá voltar atrás. Esteja preparado e consciente do que está a fazer.
Coloque as suas vestes negras e concentre-se no objectivo.
- coloque o vinho tinto no cálice;
- Acenda as velas;
- Acenda os incensos;
- Pegue no sino

TOQUE O SINO 9 VEZES E DIGA A SEGUINTE INVOCAÇÃO:

Invocação:
“Renich  Tasa Uberaca Biasa Icar Lucifer (repita 3 vezes seguidas)
Ao leste Eu chamo, e no ar da iluminação.
Eu (nome completo),
Invoco o teu nome e o teu poder.
Oh, Imperador do Inferno.
Mestre de todos os Espíritos Rebeldes.
Lúcifer, eu te invoco,
Lúcifer, esteja aqui presente.
Venha a mim, Senhor Lúcifer, manifeste-se,
Dentro deste corpo, dentro deste Templo que eu preparei.
Venha a mim, Senhor Lúcifer, manifeste-se.
Estou aqui para pedir a sua ajuda.
Venha a mim, Senhor Lúcifer, manifeste-se.
Abra os Portões do Inferno para que eu possa entrar e poder tornar-me como você.
Abra o Portão Senhor Lúcifer para que eu possa entrar.
Venha a mim, Senhor Lúcifer, manifeste-se.
Desejo realizar um Pacto.
Venha a mim, Senhor Lúcifer, manifeste-se.
Lúcifer eu invoco o Teu nome.
Renich Tasa Uberaca Biasa Içar Lúcifer (repita 3 vezes).
Invoco a presença dos mestres Satan, Leviathan, Belial, Astaroth, Azazel, Baal-Beryth, Beelzebu, Abbadon, Asmodeus, Verrine e Flereous para testemunhar este pacto.
Nas vocare tu Lúcifer,
Parcepts es hic rictus.
Salve Lúcifer, Senhor do Mundo.”
Tome 1 gole do cálice.
Concentre-se 30 segundos e avance para o próximo passo.


RENUNCIA E PROCLAMAÇÃO

(Repita-a 3 vezes)
“Eu (nome completo) na presença do Senhor Lúcifer,
Renuncio á Santa Trindade,
Renuncio a Deus,
Renuncio a Jesus Cristo,
Nego Jesus Cristo o enganador.
Renuncio o Espírito Santo.
Renuncio os Anjos e Arcanjos,
Nego a Deus o criador da terra e do céu.
Renuncio a Sagrada Igreja Católica e Cristã.
Renuncio a tudo que é sagrado e tudo que é bom.
Renuncio a todos os Deuses.
Proclamo que Lúcifer é Senhor deste Mundo.
Proclamo que Lúcifer é o único Deus da Terra.
Proclamo que Lúcifer é meu Mestre.”
Tome 1 gole do cálice.
Concentre-se 30 segundos e avance para o próximo passo.


A BLASFEMIA

(repita 3 vezes o Pai-Nosso invertido)
… este é o pai-nosso invertido na versão americana.
“Nema! Livee morf su revilled tub
Noishaytpmet ootni ton suh deel
Suh tshaiga sapsert that yeth
Vigrawf eu za sesapsert rua suh vigrawf
Derb ilaid rua yed sith suh vig
Neveh ni si za thre ni
Nud eeb liw eyth
Muck mod-ngik eyth
Main eyth eeb dwohlah
Neveh ni tra chioo
Rertharf rua!”
Tome 1 gole do cálice.
Concentre-se 30 segundos e avance para o próximo passo.

O PACTO

Pegue na caneta preta e no pergaminho.
Você vai escrever o pacto no pergaminho, depois de escrever o pacto, pegue na agulha virgem e fure o seu dedo polegar da sua mão esquerda, com a caneta “pena”, pegue desse sangue e assine no pergaminho logo abaixo do contrato. Logo após assinar o contrato queime o pergaminho na vela central do seu altar. E siga o aviso que está após o texto do contrato.

TEXTO do contrato:

“Eu (nome completo)
No nome de Lúcifer e pelo poder de Satan, Astaroth, Beelzebu, Asmodeus, Abbadon, Azazel, Belial, Leviathan, Baal-Beryth, Verrine, Flereous e todos os demónios do inferno,
Faço este pacto contigo Senhor Lúcifer,
Entregando meu corpo,
Entregando minha mente,
Entregando minha alma,
Para o Senhor Lúcifer, Meu eterno Mestre.
Em troca lhe peço (coloque aqui o seu pedido)
Aceito suas leis e suas palavras, e tenho a total consciência que serei castigado com uma terrível morte se eu quebrar este pacto.
Se o senhor me der as coisas que eu desejo em sete anos, o senhor terá total domínio sobre a minha alma.
Prometo lealdade, nunca quebrarei esta aliança.
A minha carne é a sua carne.
Meu sangue é seu sangue.
Assim seja feito.
Assine o seu nome completo com o seu sangue.
Agora você vai queimar este pergaminho no fogo da vela que está no centro do altar (a vela negra). Mas antes de o queimar, você tem de fazer do jeito que manda o Aviso.

INVOCAÇÃO DA QUEIMA DOPACTO

-repita 3 vezes antes de queimar o pergaminho.
- repita 3 vezes enquanto o pergaminho estiver a queimar.
- repita 3 vezes depois do pergaminho acabar de queimar.
“Eu (nome completo)
Entrego meu corpo para Lúcifer,
Entrego minha mente para Lúcifer,
Entrego minha alma para Lúcifer,
A minha carne é sua carne.
Meu sangue é seu sangue.
(tome o resto do cálice e diga:
Lúcifer aceite esta aliança, meu sacrifício”

PROCESSO DE ENCERRAMENTO DO RITUAL:

Você faz a oração a Lúcifer e no fim toca o sino 9 vezes para encerrar.
Oração a Lúcifer:
“Senhor Lúcifer,
Mestre do Mundo,
Senhor do Ar,
Mestre da Terra,
Lúcifer,
Agradeço pela sua gloriosa presença,
Esteja sempre comigo,
Obrigado por ter aceite este pacto,
Agradeço a presença dos mestres Satan, Astaroth, Beelzebu, Asmodeus, Abbadon, Azazel, Belial, Leviathan, Baal-Beryth, Verrine, Flereous,
Aqui encerro este ritual, feliz e satisfeito, Salve Lúcifer, Amem.”
Toque o sino 9 vezes.
(deixe as velas e os incensos queimarem até ao fim)