sábado, 26 de novembro de 2016

O Jogo de Banho ou "Daruma-san" é um paranormal que se originou no Japão. O jogo envolve a convocação de um fantasma grotesco que ira segui-lo todos os dias. O objetivo do jogo é fugir do fantasma e impedi-lo de pegar você.

Mas atenção: Aconselhamos a não jogar o jogo do banho. Dizem que jogar Daruma-san pode resultar em coisas muito ruins que acontecem com você.


Instruções do jogo:

    1-Antes de ir para a cama à noite, tire a roupa e vá para o banheiro.
    2-Ligue o chuveiro e desligue as luzes.
    3-Entre em baixo do chuveiro de frente para as torneiras na parede.
    4-Lave o cabelo enquanto repete as palavras "Daruma-san levante. Daruma-san levante."
    5-Enquanto você lava seu cabelo, em sua mente você deve ver uma imagem de uma mulher japonesa de pé em algum banheiro. Ela escorrega para frente e bate a cabeça contra a torneira enferrujada. A torneira fura o seu olho e a mata.
    6-Continue repetindo as palavras "Daruma-san levante. Daruma-san levante." até terminar de lavar o cabelo. Seus olhos devem permanecer fechados.

Você irá ouvir ou sentir um leve movimento no banheiro atrás de você. Mantenha os olhos fechados. Não espie. Você acabou convocar um fantasma.

A figura fantasmagórica de uma mulher vai se levantar para fora da poça de água atrás de você. Você vai se sentir a presença dela olhando para você, com a cabeça atrás de seu ombro direito. O cabelo dela é preto e emaranhado. Suas roupas estão esfarrapadas e apodrecidas. Ela tem apenas um olho. Seu olho esquerdo está aberto. Seu olho direito está faltando, deixando apenas um soquete de olho sangrento e oco.

Quando você sentir a presença do fantasma, diga em voz alta: "Por que você caiu no banho?"

Mantenha seus os olhos bem fechados, desligue o chuveiro, saia do banho. Tenha cuidado para não tropeçar e cair. Imediatamente deixe o banheiro e feche a porta atrás de você. Agora é seguro para abrir seus olhos. Não se enxugue nem se vista. Apenas vá dormir.

Na manhã seguinte, quando você acordar é que o jogo vai começar. O fantasma da mulher de um olho só vai seguir você. Sempre que você se virar para olhar, ela desaparecerá. Durante todo o dia, quando você olhar por cima do ombro direito, você poderá ocasionalmente ver um vislumbre dela. Ela vai ficar cada vez mais perto conforme o dia passa. Não deixe que ela te pegar.

Se você olhar por cima do ombro e ver que ela está muito perto, você deve gritar "Tomare!" que significa "Pare!" Em seguida, fuja o mais rápido possível. Isso permitirá que você se distêncie da mulher de um olho só.

Para terminar o jogo, você deve ver o vislumbre da mulher fantasmagórica e gritar "Kittá!" que significa "Eu te liberto!" Em seguida, mantenha a sua mão na frente de você e balance para baixo em um movimento de corte (como um golpe de caratê ).

Você deve terminar o jogo antes da meia-noite. Caso contrário, a mulher de um olho só vai aparecer em seus sonhos e segui-lo eternamente.

Existe algumas regras para este jogo:

    Não abra seus olhos quando o fantasma aparecer na invocação.
    Não permita que o fantasma tropece quando você sair do banho.
    Não volte ao banheiro depois de sair.
    Não se enxugue quando sair do banho.
    Não permita que a mulher de um olho só alcance você.

Um último conselho:

Não jogue este jogo. É muito perigoso. Convocando fantasmas pode resultar em você seja possuído por um demônio ou morrer de uma forma horrível. Você também pode tropeçar e cair no banheiro e ferir gravemente ou até se matar. Se você não conseguir terminar o jogo corretamente, o fantasma poderá continuar a te seguir para o resto de sua vida. Não jogue este jogo.

o jogo do banho



                  Quando você for dormir vai apenas me escutando a minha voz, feche as janelas, feche as portas e vá-se deitar.
                  você está sozinho e não tem ninguém a viver consigo, comece apenas plenamente o som do silencio, no meio da noite você começa a ouvir um ruído chiando na sua madeira de casa aconteça o que acontecer não abra os olhos. um momento depois deixa de ouvir o som, depois começa a porta batendo pum pum pum pum!!1, não faça nada, lembra-te não abras os olhos.
                  Os vidros começam a fazer barulho batendo como na porta, você presente algo mas não respire desta vez nem abra os olhos, o vidro vai começando fazendo mais barulho e ai é que você percebe que é uma pessoa batendo mais forte, pum pum!! não abra os olhos pum pum pum!!! por mais alto que seja PUM PUM PUM!!.
                  Ele se cansa e no entanto você pensa que ele se já foi embora mas está enganado assim enquanto a escuridão lhe consome.

                                                         

       
                                                               

Não abra

Em cada cidade grande, há uma casa da qual nenhum documento oficial existe, e cuja as janelas foram cobertas por mais tempo que qualquer cidadão possa se lembrar. Os últimos moradores, se é que um dia foi ocupada, são Irrastreáveis, e nenhuma organização ou individuo vai tentar reivindicar as terras na qual se encontra.


No entanto, quando você invadi-la - sempre por uma janela encostada no chão na parte traseira da casa; você não deve tocar nas portas externas - você verá, entre a poeira, sinais de moradores antigos. Uma caixa de papelão achatada, um berço de cabeça para baixo, remendos no carpete onde estivera desgasto. Invariavelmente, você verá um colchão de casal sozinho no quarto principal. No entanto, o que não presenciará ratos, baratas ou resíduos de quaisquer outros animais. Bichos são espertos o suficiente para saber que não devem ir para lá.

Estes são os espaços sagrados Dela.

A primeira vez que for visitar, traga consigo só o que precisa para entrar na casa. Então localize o quarto principal, fique de pé no centro, e desenhe um círculo completo na poeira debaixo de seus pés. Faça com mais ou menos um metro de diâmetro para ficar a salvo.

Fique de frente para a porta e diga em voz alta: "Desejo fazer um sacrifício. Você vai acolher a oferta?"

Então saia o mais rápido possível. Você não deve retornar até que a noite seguinte tenha caído.

Desta vez traga pregos, um martelo, uma garrafa de litro vazia, algo , uma faca afiada e resistente, e uma lampião. Lembra do colchão no quarto principal? Alguém estará dormindo lá. Não se preocupe em acordá-lo; Ela já terá cuidado disso para você. Vire a pessoa para que esteja deitado de costas e corte sua veia jugular, se certificando de coletar o máximo de sangue possível.

Você precisará derramar um pouco do sangue no chão de cada peça da casa, incluindo o principal, mas certifique-se de guardar um pouco para o final. Quando terminar, saia pelo mesmo lugar que entrou, e pregue as tábuas de volta (é para isso que o martelo e os pregos vão servir). Caminhe para casa. Não fale com ninguém no caminho. Quando chegar lá, derrame o restante do sangue na sua mão direita e manche-a na maçaneta da sua porta antes de entrar. Então vá para cama.

Se sobrar sangue, você tem que derramar o resto em qualquer calçada da cidade, mas não pode despejar pelo ralo. Você não deve usar nunca mais a faca, e deve enterrá-la. Não se preocupe em cobrir seus rastros. Na próxima vez que sair de casa o sangue da maçaneta terá sumido, e o assassinato que cometeu nunca será descoberto. Do momento em que você sair do templo Dela, Evidencias de DNA nunca apontarão para você; a lei se arrastará em torno de você mas sem prejudicá-lo. Nas câmeras, sua face parecerá um borrão.

Você está sob a proteção Dela agora.

Apenas certifique-se de ir a casa certa.

sob a proteção dela

sexta-feira, 25 de novembro de 2016



          Era uma noite muito fria, tinhas as janelas fechadas, decidi abri-las para ver o que estava ao redor.
          chamo-me William e era uma segunda feira.
          - Bolas está muito frio, e fui novamente para cama fechando as janelas de novo para o dia seguinte.
          Ahahahah que belo dia hoje, neste dia é que vou pregar aquela partida na escola no dia de Halloween buahahah.
          Durante o dia andem a ouvir rumores de um corredor da escola que era chamado "O sino da meia noite".
          Não me inter sou muito porque não acreditava coisas do tipo nem queria saber, falei com o amigo meu chamado Félix, ele era muito gabarolas mas uma pessoa muito bondosa, falei acerca da partida de Halloween do que tínhamos planeado para aquela noite, encharcando a escola cheio de rolo de papel higiénico, ele riu-se muito e acenou-me que sim.
          Chegou a hora era 23 horas da noite e então sai de casa juntamente com o Félix.
          Passamos por cima do portão da escola e tínhamos muitos volumes de papel o começámos.
          Félix falou. - Não estou me a sentir bem do estômago.
          William - Vai dar à volta da escola pelas traseiras por lá deve haver uma casa de banho.
          Ok respondeu Félix, eu fui com ele e peguei num pé de cabra para abrir a porta, ao abrir senti um arrepio na espinha numa brisa dar forte que me passou pela pele como se a escola estivesse viva, e ai tocou um sino. Dim dom!!, tivemos um susto e nos escondemos nas traseiras, esperamos um pouco para ver se algum guarda vinha e esperámos.
          Não tinha vindo ninguém e eu disse... Félix acho que a escola tem o sino estragado e não vem ninguém. Sussurrando para Félix, saímos e esperei cá fora por Félix, passou um bom bocado de tempo e ele nunca mais vinha comecei a ficar preocupado e entrei.
          Bum! Quando entrei a porta fechou-se atrás de mi com a corrente de ar dando um salto, tentei abri-la mas não consegui porque o trinco tinha-se partido, fiquei com muito medo, liguei a lanterna e procurem por Félix sala a sala.
          As portas chiavam muito com aquele silencio todo até que comecei a ouvir a alguém a respirar do meu ouvido, virem me e não tinha nada, continuem em frente.
          - Bolas quantos pisos tem esta escola? já estava muito cansado de tanto andar, só faltava um corredor o de que tanto falavam acerca dele, cheguei ao corredor quando reparei ouvi um o sussurro outra-vez comecei a correr parecia que o corredor nunca mais acabava, cheguei ao uma parede e comecei a subir mais um piso.
          Fechei me numa sala e o que vi... - Meu Deus nem queria acreditar vim o Félix pendurado trespassado com um ferro muito grande, comecei a ouvir passos e me deu aquele arrepiar de novo então estou aqui escrevendo esta mensagem para vocês e que já não estarei cá... Nããããããããoooo!!
          

O sino da meia noite

quinta-feira, 24 de novembro de 2016




“O Inferno de Tomino” - "Tomino's Hell" é um poema escrito por Yoomta Inuhiko e se
encontra em um livro chamado “The Heart Is Like A Rolling Stone” Rolling Stone”.

Ele conta a história de Tomino, que morre e vai diretamente para o inferno.


Porém, ele é um poema maldito que mata, sem dó nem piedade, todas as pessoas que o leem em voz alta. Se você tiver muita sorte, você pode não morrer, mas, com certeza, muitas coisas ruins vão acontecer na sua vida.


Um radialista que leu o poema em seu programa de rádio e no meio da narração ele começou a se sentir mal, não conseguia respirar,parou de ler o poema e foi ficando cada vez mais sem ar, caiu e sofreu um corte com a queda, foi levado ao hospital onde precisou receber 7 pontos, porém o locutor se nega a acreditar que tenha sido consequência de ter lido o poema em voz alta
Leia o Poema a seguir - Não leia em voz alta

Tomino's Hell
A velha irmã vomita sangue, a jovem irmã cospe fogo.Doce Tomino cospe joias preciosas.Tomino morreu sozinha e caiu no inferno.Inferno, escuridão, sem flores.É a irmã mais velha de Tomino que a açoita?O número de vergões vermelhos é preocupante.Açoitando e batendo e espancando,O caminho para o inferno eterno é a única via.Implore por orientação na escuridão do inferno.Da ovelha dourada, ao rouxinol.Quanto falta na bolsa de couro,Prepare para a jornada infindável no inferno.Primavera vem e nos bosques e vales,Sete voltas no vale sombrio do inferno.Há um rouxinol na gaiola, no carrinho uma ovelha,Nos olhos da doce Tomino há lagrimas.Choro, rouxinol, para os bosques e a chuvaExpressando seu amor por sua irmã.O eco do seu choro uiva pelo inferno,E uma flor vermelho-sangue desabrocha.Pelas sete montanhas e vales do inferno,Doce Tomino viaja sozinha.Para receber você no inferno,As estacas brilhantes da montanha espinhadaFresco espeto perfura na carne,Como um sinal para a doce Tomino.

o inferno de tomino




Aka Manto é uma lenda Urbana Japonesa sobre um espírito que assombra banheiros públicos e escolares.

Se você for ao banheiro deve sempre verificar se tem papel. Se não tiver papel ele pode aparecer. Ele vai te perguntar se você quer papel vermelho ou azul.
Se você responder papel vermelho, você será cortado em pedaços até suas roupas ficarem manchadas de vermelho. Se você escolher azul você será estrangulado até ficar com o rosto azul. Qualquer tentativa de se livrar do Aka Manto respondendo outra cor levará você arrastado para o submundo.
A unica resposta correta é falar que você não quer papel, ai ele vai deixar você sozinho. Existe uma versão alternativa para essa lenda.
Nela o espírito pergunta se você quer uma capa, em vez de papel. Se você pedir a capa vermelha a sua pele será arrancada pra vc ficar todo vermelho como se tivesse com uma capa. Se você pedir o azul todo o sangue do seu corpo será drenado para você ficar azul..

A história conta que um homem e uma mulher da polícia foram chamados numa escola depois que um estudante relatou ter ouvido uma voz masculina no banheiro feminino. A policial mulher foi até o banheiro enquanto seu parceiro ficou esperando do lado de fora.
Dentro do banheiro uma voz perguntou "Vamos colocar a capa vermelha?" O policial do lado de fora ouviu a resposta "sim". Logo depois um grito e um baque forte. Ele entrou no banheiro e encontrou a policial decapitada, e seu corpo todo vermelho de sangue como se estivesse com uma capa.

aka manto

terça-feira, 22 de novembro de 2016


Behemoth, em idioma hebraico transcrito como בהמות, Bəhēmôth, Behemot, B'hemot; em Árabe بهيموث (Bahīmūth) ou بهموت (Bahamūt),[1] é o nome de uma criatura descrita na Bíblia, no Livro de Jó, 40:15-24. Sua descrição é tradicionalmente associada à de um monstro gigante, podendo ser retratado como um leão monstruoso, apesar de alguns criacionistas o identificarem como um saurópode ou um touro gigante de três chifres. Em uma outra análise vemos este como um animal pré-histórico muito conhecido como braquiossauro. Os relatos no livro
de Jó, capítulo 40 (Bíblia), apontam para este grande herbívoro. Esta criatura tem um corpo couraçado e é típica dos desertos (embora "Behemot" também seja como os hebreus chamavam os hipopótamos).

Contemplas agora o beemote, que eu fiz contigo, que come a erva como o boi. Eis que a sua força está nos seus lombos, e o seu poder nos músculos do seu ventre. Quando quer, move a sua cauda como cedro; os nervos das suas coxas estão entretecidos. Os seus ossos são como tubos de bronze; a sua ossada é como barras de ferro. Ele é obra-prima dos caminhos de Deus; o que o fez o proveu da sua espada.

Em verdade os montes lhe produzem pastos, onde todos os animais do campo folgam. Deita-se debaixo das árvores sombrias, no esconderijo das canas e da lama. As árvores sombrias o cobrem, com sua sombra; os salgueiros do ribeiro o cercam.

Eis que um rio transborda, e ele não se apressa, confiando ainda que o Jordão se levante até à sua boca. Podê-lo-iam porventura caçar à vista de seus olhos, ou com laços lhe furar o nariz?

Segundo a tradição judaica ortodoxa, sua missão é esperar pelo dia em que Deus lhe pedirá para matar o Leviatã, uma criatura marinha tida por alguns como parecida com uma baleia. As duas criaturas morrerão no combate, mas o Behemoth será glorificado por cumprir a sua missão.

O nome é o plural do hebraico בהמה, bəhēmāh, "animal", com sentido enfático ("animal grande", "animal por excelência"). Na tradição judaica ortodoxa, Beemote é o monstro da terra por excelência, em oposição a Leviatã, o monstro do mar, e Ziz, o monstro do ar. Diz uma lenda judaica que Beemote e Leviatã se enfrentarão no final dos tempos, matando-se um ao outro; então, sua carne será servida em banquete aos humanos que sobreviverem.

Behemoth





Mandy é uma boneca de porcelana feita na Inglaterra ou na Alemanha entre 1910 e 1920 que foi doada para o Museu de Quesnel, na Columbia, em 1991.

Os funcionários do Museu disseram escutar um barulho de uma criança chorando de dentro do porão do Museu, porém a única coisa que conseguiam encontrar era a
boneca e alguns itens velhos no local.

Assustados e até mesmo intrigados com a situação eles resolveram mudar a boneca de local. Embora o choro  tivesse parado, acontecimentos estranhos continuaram a acontecer quando Mandy recebeu uma nova residência no Museu.

Entre essas coisas estranhas, uma bem engraçada acontecia com os funcionários, seu almoço em diversas vezes simplesmente desaparecia apenas para reaparecer em outro lugar que não era o original deixado por eles.

Passos podiam ser ouvidos quando não havia ninguém por perto, e o material de escritório, tal como os lápis e os livros, sempre desapareciam e reapareciam em outros lugares. O museu levou algum tempo para decidir onde colocar Mandy. Alguns visitantes do museu já alegaram ter visto seus olhos piscarem o que de certa forma atrai mais curiosos ao local.

A boneca Mandy

Há uma lenda no meu bairro sobre uma casa abandonada. Todos os chamam de a casa das crianças, dizem que o homem que viveu naquela casa matou e torturou várias crianças nela. Mas um dia, os espíritos das crianças que ele matou se revoltaram contra ele e o mataram, mas elas tiveram que pagar pela vingança e acabaram ficando presas naquela casa pela eternidade. Dizem também que dá para ouvir suas risadas à noite.

Hoje na escola várias crianças falavam sobre a casa, dizendo o quão horrível ela era, falavam sobre os gritos que ouviam à noite e das crianças que
viam pela janela. Eu não acreditava no que diziam afinal fantasmas não existem. Falei para eles que eles estavam exagerando, afinal era apenas uma casa velha, disse também que essa história deve ter sido inventada por alguém só para assustar as pessoas.

Eles começaram a olhar com desprezo para mim, repetindo a mesma coisa, que eles ouviram risadas e viram coisas, a mesma baboseira. Para fazê-los encerrarem de vez com o assunto, eu disse que ia passar uma noite na casa e iria gravar tudo na minha câmera.

Ao chegar em casa, disse a minha mãe que iria passa a noite na casa de um amigo. Ela deixou. Então fui para o meu quarto, arrumei minha mochila e coloquei minha câmera dentro, depois fui para a tal “casa das crianças”. Quando estava perto dela, senti um frio se espalhar pelo meu corpo e um medo tão profundo quanto um poço. Olhei para a casa e o medo aumentou. Balancei a cabeça para afastar esse sentimento e entrei na casa.

A casa estava muito escura, tive que ligar a câmera e colocá-la no modo noturno para ver como ela era. Era bastante vazia, possuía apenas uma geladeira na cozinha e uma TV em cima de uma cadeira, e o banheiro só tinha uma privada e nada mais, nem mesmo uma banheira ou chuveiro, nem uma pia. No lugar deles só tinha um buraco que mostrava a cozinha. Quando terminei subir as escadas para dar uma olhada no andar de cima.

O andar de cima possuía menos móveis do que o de baixo, composto apenas por uma cama, que ficava no quarto. Os outros cômodos tinha a porta quebrada, por isso não se via nada.

Depois de dar uma olhada na casa, fui para o quarto, peguei o edredom da minha mochila e o coloquei sobre a cama (afinal a cama parecia muito suja e tinha muitos buracos) e fui dormir. Estava me sentindo muito cansado.

Acordei no meio da noite com sons de passos vindos do corredor, tentei me acalmar dizendo que eram apenas ratos, afinal a casa era velha. Mas no fundo eu sabia que eram de pessoas. Peguei minha câmera e fui de fininho para o corredor dar uma olhada. Mas no meio do caminho, os passos ficaram mais rápidos e tinham mudado a direção, como se alguém estivesse fugindo.

Ao chegar à porta do quarto, olhei para onde os passos vinham, mas nada tinha lá. Olhei na direção oposta e vi um menino mais novo do que eu. Iria perguntar o que ele fazia ali, mas antes que eu pudesse dizer algo ele falou:

- Estou procurando alguém para brincar comigo. – após dizer isso, ele se vira e diz:- Você quer brincar comigo?

Então eu vejo seus olhos negros e um sorriso estampado em sua boca. Corro, corro mais rápido quando ele ri. Olhei para trás, mas o menino havia sumido, porém sua risada continuava a ecoar por toda a casa. Acabei caindo da escada, perdendo as esperanças a cada degrau, no final o que sobrou foi o medo e o desespero. No chão eu fiquei ouvindo sua risada e chorando por medo e dor.

A visão da porta aberta me trouxe forças para levantar e correr. Enquanto corria, crianças da mesma idade daquele menino apareciam e murmuravam palavras que eu não conhecia. Quando estava perto da porta, pude ver a rua, e minha casa. Eu comecei a pensar na minha família, meus amigos, prometendo a mim mesmo que não chegaria perto daquela casa novamente. Então tudo desaparece e uma dor imensa interrompe meus pensamentos. A porta havia sido fechada na minha cara.

No chão mais uma vez eu fico chorando e ouvindo a risada. Mãos surgem da escuridão e me puxam, mas nada eu faço, pois sei que eles irão fazer a dor parar. No dia seguinte, minha família me procurou, mas nada acharam além da minha câmera (que estava quebrada) e minha mochila.

Que pena, se eles quisessem mesmo me encontrar esperariam pela noite, afinal a noite é das crianças.

A casa das crianças

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Marina Joyce é uma Youtuber britânica que costuma falar sobre moda e gravar Make Up Tutorials. Em seus últimos vídeos, alguns fãs começaram a estranhar certos detalhes e atitudes, como olhares assustados e marcas roxas em seus braços.

O estopim para #savemarinajoyce subir nos trendingtopics do twitter foi um vídeo no qual é possível escutar a garota sussurrando ''help me'' ao fundo. A partir desse momento, foram criadas inúmeras teorias sobre a garota, sendo uma delas a mais bizarra de todas.

A Youtuber estaria presa em cárcere privado?

Sim, começou com ''help me'' e acabou com vários fãs procurando pistas pelos vídeos. É possível encontrar olhares assustados em quase todos os vídeos. Em um deles, a Youtuber mostra que está sem meias e é possível escutar um barulho de correntes. A partir disso, encontraram sinais nos tweets e até mesmo uma arma encostada no canto do armário. A teoria de cárcere tomou proporções absurdas e de tanto receber ligações, a polícia local acabou indo visitar a garota, que negou a teoria toda.

Vídeos: https://www.youtube.com/user/iRaindropsx

Ela estaria sobre o efeito de drogas?

A teoria ganhou força por causa das atitudes exageradas e descontroladas durante os vídeos. A mais aceita era de que a Youtuber estivesse fazendo uso de LSD.

Distúrbio de personalidade?

A mudança brusca entre os vídeos antigos e os novos gerou uma nova teoria de que Marina tivesse entrado em um surto de Bipolaridade ou Esquizofrenia. Os olhares angustiados e as atitudes exageradas mais uma vez colocaram força na tese. Outra teoria era de que a Youtube estivesse em Depressão.

Uma parte que poucas pessoas perceberam foi um vídeo em que Marina desenha a sua vida, o popular Draw My Life. Nele ela conta que em um momento da sua vida, chegou a se machucar em várias partes do corpo e até a arrancar os seus cabelos.



Essas foram as teorias mais famosas durante a Tag #savemarinajoyce mas é possível encontrar muitas outras, sendo uma delas a de que Marina na verdade é Deus. Sim, isso mesmo.

O que vocês acham? Deus, sequestro ou apenas atenção para o seu canal?

o curioso caso de Marina Joyce


O assassino seria um barbeiro polonês, diz autor de livro
Jack, o Estripador, um dos assassinos em série mais famosos da História, foi identificado por meio de traços de DNA encontrados em um xale, afirma Russell Edwards, que mora ao norte da capital inglesa.
Segundo Edwards, o misterioso assassino é Aaron Kosminski, um imigrante judeu da Polônia, que trabalhava como barbeiro em Londres. A verdadeira identidade de Jack, o Estripador, cujos assassinatos aterrorizaram as favelas escuras de Whitechapel, no leste de Londres, em 1888, foi um mistério por mais de 120 anos, com dezenas de suspeitos, que incluíram a realeza, os primeiros-ministros e até sapateiros.
A prova material que confirma a hipótese veio de um exame de DNA extraído de um xale recuperado da cena de um dos assassinatos. A amostra coincidiu com o material genético de parentes da vítima e de um dos suspeitos.
Edwards, um empresário interessado na história do estripador, comprou o xale ensanguentado em um leilão em 2007. A história diz que o objeto veio da cena do assassinato da quarta vítima de Jack, Catherine Eddowes, em 30 de setembro de 1888.
Com a ajuda do Dr. Jari Louhelainen, especialista em biologia molecular, Edwards usou técnicas pioneiras para analisar o DNA do xale durante três anos e meio.
Eles foram comparados com o DNA de Karen Miller, uma descendente direta de Eddowes, confirmando que seu sangue estava no xale.
Com a ajuda de genealogistas, Edwards descobriu um descendente de Kosminski através da linha feminina, que ofereceu amostras de seu DNA.
Alguns têm dúvidas sobre as descobertas de Edwards. A pesquisa ainda não foi publicada em uma revista científica, ou seja, as alegações ou a metodologia analisada não podem ser verificadas de forma independente.
O professor Alec Jeffreys, que inventou a técnica de DNA fingerprinting há 30 anos, foi chamado para uma verificação posterior.
– Uma reivindicação interessante, mas notável que precisa ser submetida a revisão, com análise detalhada da proveniência do xale e da natureza do DNA. Nenhuma evidência real ainda foi fornecida – disse Jeffreys ao jornal The Independent.
Toda a história e os bastidores da investigação que revelaria a identidade do vilão mais famoso do mundo fazem parte do livro Identificando Jack, o Estripador, que será lançado por Edwards, nesta terça-feira, na Inglaterra.

identidade Descoberta - Jack o Estripador.