quinta-feira, 30 de março de 2017

No dia 17 de junho de 2006,um garoto com 13 anos de idade foi encontrado morto em um restaurante da rede de fast food McDonalds,em Nova York.Ele usava um uniforme de orfanato e ao seu lado foi encontrado um papel de caderno,com uma carta,oque leva as autoridades á hipótese de suicidio.Porém,ainda há muitas dúvidas sobre o caso.Como o menino fugiu de seu orfanato?Porque ele foi á um restaurante que,segundo o uniforme,ficava a 2km de seu orfanato?E a maior pergunta:porque as autoridades não deram quase nenhuma informação do caso?Várias perguntas sem qualquer resposta.Em pouco tempo,o caso caio no esquecimento,isso até 2016.

No dia 04 de Dezembro de 2016,dez anos após o caso,um homem que não revelou seu verdadeiro nome,em um fórum de teorias da conspiração da Deep Web,afirmou ter trabalhado na rede de fast-food,e disse que o caso foi encoberto pelas autoridades,que receberam propina do McDonalds,e que poucos e pequenos sites de notícias postaram uma notícia do caso.Por isso,é quase ímpossivel achar a notícia na internet,más tem algo a mais,algo que apenas quem era do McDonalds sabia.Ele afirmou que o conteúdo da carta foi alterado pelos funcionarios do restaurante onde o corpo foi encontrado,e mais.Disse que o menino não era do orfanato:que os funcionarios trocaram suas roupas,colocando o uniforme.Ele disse que colocando isso na internet,sua vida estava correndo riscos,más que a verdade tinha que ser revelada.Ele postou o real conteúdo da carta,que você verá logo abaixo.Leia,por sua conta e risco.

"Você certamente conhece a rede de fast-food McDonalds.Covenhamos,quem não conheçe?Todo santo dia,pelo menos uma propaganda desse maldito restaurante passa na TV.Oque muitos não sabem,é que o McDonalds,possuí uma instituição de caridade,que acolhe órfãos e mordadores de rua,chamada Casa Ronald McDonalds.Isso pode parecer normal,afinal certas empresas possuem institutos de caridade.Oque ninguém sabe,é que entre as instalações de Casa Ronald McDonalds,existe uma em específico.Uma que é diferente.Ela não tem uma fachada,indicando que é uma Casa Ronald McDonalds.Não tem número,não tem indereço,e geralmente fica em um local isolado,onde não há movimento.Ela é rara,e existe apenas em cidades grandes com influencia economica em seu país.O único geito de chegar até lá e se você for levado até a mesma,que foi oque aconteceu comigo.

Eu nunca conheci meus pais de verdade,e sou oque eles chamam de "garoto mal".Já passei por várias famílias,más eles sempre me devolviam 1 ou 2 anos depois.Eu lembro do carinho que eles me davam,más eu nasci para decepcionar famílias,e por isso decepcionei cada um deles.

Era dia 16 de Junho.Eu estava no centro de atendimento.Minha assistente social chegou.Ela era loira,com belos olhos azuis.Ela chegou até mim.Dava para ver o cansaço em seus olhos.

-Bom,você foi um garoto mal.Agora,só lhe restam duas opções:escola militar,ou a Casa Ronald McDonalds,que milagrosamente propos lhe acolher em uma de suas instalações.

Eu nunca tive paciencia com sargentos,e acordar 5 horas da manhã?Ha,não me faça rir.Além disso,oque teria demais ficar em um orfanato em homenagem a um palhaço de fast-food?

-Casa Ronald McDonalds,é claro. Eu disse,sem saber que essa era a pior escolha que eu faria em minha vida.

-Bom,arrume suas coisas.Sairemos daqui 1 hora.

Fiz como ela mandou.Peguei uma mala grande,onde guardava as roupas que as familias que me adotaram deram.Peguei também uma mochila,onde guardei alguns cadernos,meu celular,uns agasalhos e etc.Também levava um álbum,contendo fotos de todas as familias que me adotaram.Eu gostava de ver tudo aquilo,pois me trazia boas lembranças,más como eu já disse,eu nasci para decepcionar familias.Então eu sai do local que estava,onde vi minha assistente social me esperando,ao lado de uma van,na qual entrei para partir viajem.

Depois de um tempo andando dentro da van,eu dei uma olhada na janela para ver onde estavamos.Estavamos no centro,e eu reconhecia cada um dos lugares.Certa vez,quando tinha 11 anos de idade,vim com meus irmãos até um bar para encher a cara.Bons tempos...

Depois de quase uma hora,a van parou,e assistente social disse:

-Chegamos.

Eu olhei pra fora da van,e vi que estavamos estacionados em frente a um edificio cinza,sem janelas.Não tinha nenhuma fachada,nem número,nem enderço,Não tinha siquer a decoração.

-Tem certeza?

-Bom,vamos descobrir

Ela olhou mais um pouco para o lugar pela janela da van.

-Nós já tivemos alguns casos que passaram pela casa Ronald McDonalds.

-...

-Além disso,eles assumem total responsabilidade as pessoas que recebem,então talvez nunca mais nos veremos.

Desci do carro.Peguei a alça da minha mochila com meu palmar destro e a coloquei nas costas,na qual apertava e desapertava.A assistente social foi até o porta malas,onde pegou minha mala.Nos aproximamos do local estranho.Em sua frente haviam duas portas de ferro,que se abriram após minha assistente falar com alguém pelo celular dela.Sim,era necessário falar com alguém por fora do edifício para poder entrar.Eu estranhei,obviamente,más não tinha outra opção.As portas se abriram,e fecharam depois que entramos.

O interior era mais estranho ainda.O lob do local tinha cadeiras,das mesma que você encontra em um hospital.Era mal iliminado e tinha portas que davam acesso a vários corredores brancos.No fundo do local,havia uma janela,com uma mulher vestida de enfermeira.Confesso que ela era até gostosa.

Nos aproximamos da mulher que estava de costas.Ela digitava rápidamente algo em seu computador.Minha assistente social se aproximou e disse:

-Olá.

A mulher então se virou.Ela estava usando uma maquiagem de palhaço,igual a de Ronald McDonalds.Ela deu um breve sorriso.

-Ah,olá,vocês já chegaram.

-Sim.Aqui está o garoto.

Ela olhou para mim,com um sorriso em seu rosto.

-Olá menino.Você vai gostar muito de ficar aqui.

-...

Minha assistente pegou de sua bolsa meus documentos,e os passou por uma entrada na jalena para a enfermeira,que os leu.Depois disso,elas discutirão um pouco,e então ela olhou para mim,com um olhar de ódio.Um calafrio subiu em mim,eu surtei.

-NÃO!EU NÃO POSSO FICAR AQUI!

Eu gritei de pavor.

-EU PREFIRO A ESCOLA MILITAR,ME LEVE PARA A ESCOLA MILITAR!

A assistente e a enfermeira olharam para mim.A enfermeira então disse,novamente com um sorriso no rosto:

-Que foi garoto?Medo de palhaços?

A assistente social olhou para meus olhos.Ela estava com raiva,e ditou em um tom alto.

-Não seja burro!Você odiaria a escola militar!E afinal de contas,oque tem demais em uma casa de acolhimento do McDonalds?

-Isso mesmo. Disse a infermeira palhaça,que logo após olhou para um corredor.

-Ó!Lá vem o comite de boas-vindas! Ela disse com um sorriso largo na face,e logo depois fechou a janela com uma portinha retrátil.A mesma que há nas lojas,que sobem e descem.

Minha assistente social olhou em meus olhos novamente.

-Olha,eu tenho que ir.Você ficara bem.Até mais. Ela se virou de costas e saio pela mesma porta que entramos no local,que depois se fechou.Eu corri para a mesma,e dei vários murros,enquanto gritava.

-NÃO!NÃO ME DEIXA SOZINHO,POR FAVOR!ME AJUDA!

De nada adiantava.Eu me afastei,e olhei para o corredor.Eu pude escutar risadas,e depois sombras vindo em minha direção.

Eu corri para um canto,olhando tudo aquilo que estava ocorrendo.Eu pude ver pessoas,com trajes de enfermeiros,usando maquiajens de Ronald McDonalds,igual a enfermeira que me recebeu.Eles seguravam ferramentas metálicas,e se aproximavam cada vez mais,com sorrisos em seus rostos,enquanto soltavam gargalhadas e risos.

-FIQUEM LONGE DE MIM!

Eles me cercaram.Era homens e mulheres.Um deles colocou a mão em minha boca,impedindo meus gritos,e logo depois eu pude sentir uma agulhada no ombro.Ele tinha injetado algo em mim através de uma seringa.Após isso,todos riram.Eu senti meus olhos pesados,e escorreguei ao chão,quase desacordado.Um sorriso se formou em meu rosto,contra minha vontade.Então o enfermeiro-palhaço que me atacou chegou perto de mim,e as únicas palavras que eu pude escutar antes de desmaiar foram:

-Você sorrira muito conosco.Hahaha!

Depois de muito tempo desacordado,eu abri meus olhos,que giraram.Não sabia que tipo de droga eles haviam me dado.Eu olhei ao meu redor.Eu estava em uma maca de hospital,dentro de um quartinho branco,vestindo uma roupa de hospital.Eu olhei para o lado e vi uma porta.

Em um impulso,eu levantei da cama,e cai no chão.Me segurei para não soltar qualquer som de dor.Eu me arrastei até a porta da salinha,tentando abri-la,más estava trancada,com um cadiado.

-Merda,merda!

Eu então coloquei meu ouvido contra a porta,onde pude escutar sons de gritos,seguidos de risadas.Minha espinha gelou.Aquilo com certeza não era uma casa de acolhimento.Aquilo com certeza não era uma Casa Ronald McDonalds,não como eu vi nas fotos.Eu então me arrastei até minha mochila.Abri a mesma,e a única coisa dentro era o meu álbum.Más na frente,estava escrito em vermelho "Olhe as fotos".Eu não deveria ter feito aquilo,más fui curioso.Eu abri.Me choquei com o que vi.Eram as fotos de cenas de crime,porém as vítimas...as vítimas...eram pessoas...que eu conhecia...e muito bem.Eram as pessoas das familias que me acolheram.Eu começei a chorar,ao ver as fotos das mães que eu tive,todas mortas.Eu não aguentei,meu estomago revirou,e eu vomitei.Voltei a olha o álbum,virando cada folha rapidamente,vendo meus pais,tios,irmãos,todos mortos,com as tripas pra fora.Más o pior era na última página.Eu vi minha assistente social,indo até a van.Depois outra imagem dela,olhando pra trás.Agora ela aparece gritando.Depois em outra foto,ela aparece caida no chão,ao lado da van.Depois uma outra foto.Era a mesma enfermeira palhaça que nos recebeu,jogando um líquido no corpo da assistente.E logo depois,jogando um esqueiro,a incendiando.A enfermeira ria,ria com um sorriso psicótico.Eu vomitei denovo,enquanto fechava meu álbum.

-Não,isso não pode ficar assim.Eu tenho que sair daqui. Pensei comigo mesmo.

Eu peguei minha mochila,e descompactei o bolso da frente.Tinha que estar ali.O grampo,que eu usava para destravar portas e roubar casas.Afinal,como sempre disse,eu nunca fui um bom garoto.Minha mão deslisou no tecido macio da mochila,até tocar em algo metálico.Dei um suspiro de alívio.Eu me levantei,e dei uns passos para trás,com uma leve tontura.Fui até a porta,onde coloquei o grampo no cadeado,e o destravei,mais rápido doque eu imaginava.Eu abri um pouco a porta,deixei uma pequena fresta,onde pude ver um corredor,que tinha outros dois corredores em seu meio,quase como um labirinto.Eu quase infartei ao ver um enfermeiro palhaço vindo em minha direção.Eu ia fechar,más ele virou para o outro corredor.Dei um suspiro.

Respirei fundo,e abri a porta,saindo de lá,logo em seguida a fechando atrás de mim.Eu podia escutar gritos de pessoas,seguidos de risadas.Eu andei pelo corredor,com passos silenciosos.Eu tinha que sair dali,eu não podia morrer assim,não mesmo.Enquanto andava,escutei o choro de uma criança em uma porta ao meu lado,igual a que tinha em meu quartinho.Eu tentei abri-la,más escutei passos,e então corri para o outro corredor,me escondendo.Eu olhei me enclinando,e pude ver dois enfermeiros palhaço,com seus uniformes sujos de sangue.Eles abriam a porta onde o menino estava,e adentraram no recinto,o fechando e trancando logo em seguida.Eu queria ter ajudado,más eu não podia,ou poderia ser descoberto.

Eu continuei minha caminhada pelos corredores brancos,até encontrar uma porta no fundo de um dos corredores,com o símobolo verde "Exit" encima da mesma.Eu fui até a porta.Era minha salvação.Coloquei meu palmar destro na maçaneta,e a girei devagar,sem fazer nenhum barulho.Ela estava aberta,eu abri levemente,e a fechei depois.Escadas sem fim estavam em minha frente.Eu desci devagar,com calma,até ver em minha frente uma porta com o número 5 escrito em vermelho.Isso significava que eu estava no quinto andar.Eu desci tudo,depois de um longo período.Meus olhos então fitaram em uma enfermeira vindo em minha direção.Eu gelei.Eu tentei subir,más ela já tinha me visto.Eu tinha que lutar com ela,para sobreviver.Ela chegou perto de mim,tentando me imobilizar.Eu não deixei.Ela ditou:

-Parece que temos um garoto mal criado.Você vai para a sala do cantinho,pensar pelo que você fez,Haha!

-Nunca,vadia

Eu dei um empurrão nela,enquanto segurava seus braços,lhe deiuma cabeçada.Ela deu passos para trás,com os olhos fechados,até escorregar no corrimão,e cair para trás.Ela gritou,e caio.Eu pude ouvir o som do impacto,más respirei aliviado,não apenas de sobreviver,más de que ninguém havia notado.

Eu agora acelerei meus passos.Eu não podia ficar lá nenhum segundo mais.Desci todas as escadas correndo,abrindo todas as portas,até chegar na porta com o número 1.Eu a abri.Agora estava em uma sala grande,com mais uma porta de escadas na parede,porém algo me chamou a atenção.

Eu pude ver duas portas,com uma grande cruz vermelha brilhante no meio.Eu não devia abrir,más fui curioso denovo,oque me ferrou novamente.Eu preençei meu ouvido contra a porta,onde pude escutar sons de aparelhos de hospital.Eu sabia que não deveria abrir,más não resisti a tentação.Movi minha mão até a maçaneta,que estava aberta.Eu empurrei levemente,e vi oque assombra minhas memórias até hoje.Eu vi uma sala,com luzes piscando.Meus olhos fitaram em várias...várias crianças,cruicificadas em cruzes de madeira,com tubos saindo de seus pulsos.Elas olhavam para o nada,com os olhos fechados,já mortas.Todas nuas.Os tubos,terminavam em um,um cilindro enorme no meio da sala,com um grande "M" no meio.O M de McDonalds.Aquele cilindro,com 3 metros de altura,tava sugando o sangue das crianças já mortas.Meus olhos começaram a lacrimejar.Um grande energia veio de dentro de mim,que subiu até minha garganta.Eu tentei segurar,más não concegui.Eu gritei,enquanto lágrimas saiam de meus olhos.

-QUE PORRA É ESSA!?

Um alarme começou a apitar.Eles deviam ter percebido meu desaparecimento.Eu corri para as escadas.Eu desci tão rápido,que nem andava,apenas rolava.Eu corri,ofegante,chorando.Eu pude ver uma porta no corredor,enquanto o alarme soava,e eu podia ouvir risos altos atrás de mim.Eles estavam me seguindo.Eles me encontraram.Eu abri a porta,onde dei em um beco.Eu vi um bueiro e abri o mesmo.Entrei dentro dos esgotos,e fechei o bueiro,tampando as risadas.Corri em meio a água,por longos metros,até ver uma escada.Eu corri até a mesma,exausto.Abri o bueiro,e sai de lá,chorando.

Eu concegui.A chuva caia sobre mim,que era bem vinda.Eu estava em meio a prédios abandonados.Já estava de noite,más postes de luz iluminavam a rua.Eu andei,clamando por socorro.

-SOCORRO!TEM ALGUÉM AI!ALGUÉM,POR FAVOR!ALGUÉM PODE ME OUVIR!

De nada adiantava.Eu continuei caminhando,enquanto a chuva caia sobre minha pele.Eu então senti algo macio embaixo de meu pé.Era um jornal,que marcava a data 16 de Junho de 2006.Eu voltei a gritar.

-ALGUÉM,POR FAVOR!!!

Gritei até ficar roco,até não conceguir mais falar.Eu continuei a andar,até ver no final da rua,uma grande luz.

Eu me aproximei.Era um restaurante.Más não era qualquer restaurante.Ele ostentava um grande M amarelo,que brilhava em meio a escuridão da noite.Eu adentrei em seu interior.Não havia ninguém.Eu caminhei entre as mesas,até meus olhos fitarem em um caderno,ao lado de uma mesa,encima de uma das mesmas.Eu o apalpei.O abri.E agora estou escrevendo isso para que alguém encontre no futuro.Se você está lendo,quero que faça uma coisa por mim.Quero que vingue a morte de todas aquelas crianças.Conte tudo,a todos que puder.Quero que todos saibam a verdade sobre a Casa Ronald McDonalds.Eu não posso mais fazer isso.Não posso mais viver,não com tudo que eu vi guardado em minha memória.Enquanto eu escrevo,um cartaz do Ronald McDonalds está olhando para mim.Ele está sorrindo.Eu quase posso escutar suas risadas dentro de minha mente.Eu também estou sorrindo agora,e também estou rindo.

-Ha...ha...ha...

O restante da carta está coberto de sangue,sendo impossível a leitura da mesma.

fonte: http://pt-br.creepypastabrasil.wikia.com/

A Maldita Casa Ronald McDonalds


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Desde pequeno quis viajar para Chernobyl desde que eu soube do desastre que houve lá. Resolvi chamar uns amigos e ir, e enquanto visitava um hospital eu encontrei algumas folhas de papel em forma de diário escritas em caneta, que dizia:              
DIA 1: Eu e meus amigos viemos para Chernobyl, cara é muito legal... Eu adoro escrever no meu diário e espero que algum dia alguém o leia, de preferência depois que eu morrer! Eu não acho seguro mas acho que vou dormir no carro enquanto meus amigos vão dar um passeio pelos mercados e apartamentos. Hoje é dia 15/04/2000
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DIA 2: Meus amigos não voltaram, estou ficando cada vez mais nervoso com isso. Eles marcaram voltar as 19:00! Estou com muito medo de 'sair' do carro... Hoje é dia 16/04/2000
DIA 3: …
DIA 4: O carro não funciona. Não da pra imaginar como eu sobrevivi apenas comendo chocolate e tomando refrigerante que meus amigos compraram para a viagem... Tenho comida para mais 3 dias! Hoje é dia 18/04/2000.
DIA 5: Finalmente resolvi sair do carro, fui lá fora investigar e vi uma criança com muito sangue nas pernas. Vi também seus braços deformados, gordos, inchados não sei! Era assustador!
DIA 6: Acho que não vou sobreviver aqui por muito tempo! Espero que alguém leia isso. Por favor, diga a minha família que eu os amo!
DIA 7: Estou com tanto medo, daria tudo para sair daqui. Daria tudo para sair daqui.
DIA 8: Meus amigos estão todos mortos. Andando por um hospital e 'os vi' sem cabeça! Não sei quem fez isso mas vai pagar caro!
DIA 9: Estou dentro desse hospital, me da nojo! Estou comendo minha última barra de chocolate. Pra minha sorte eu voltei no carro e achei dois pacotes de Ruffles e uma garrafa de água com gás.
DIA 10: Eu escuto gritos toda noite, hoje fui investigar e vi aquela menina novamente quando eu toquei nela ela logo disse ' Sua hora vai chegar, assim como todos nós, todos nós!
DIA 11: Querido diário! Eu estou com muita saudade da minha família, estou com medo, com fome, com sede. Acho que é minha hora!
DIA 12: Borboletas são lindas...
...
Folheando o diário e encontrei essa frase:
Здравствуйте, якщо ви читаєте це, тому що ви ніколи по-справжньому пощастило, більшість ніколи не повертатися сюди! Не для утримання тут, якщо ти помреш! І я буду чекати тебе в пекло, і я буду грати з вами теж
...Eu voltei para o Brasil e procurei um tradutor e ele impressionado traduziu para mim a seguinte frase:

Olá,se você esta lendo isso é 'porque tens muita sorte nunca, 'mais nunca mais volte aqui! 'Não é para exploração, se 'voltar aqui você morre! E eu 'encontrarei você no inferno e 'irei brincar muito com você...
Eu apenas dou uma dica!
NUNCA VÃO PARA CHERNOBYL OU CIDADES QUE VOCÊ NÃO CONHECE! NÃO BRINQUE COM ESPÍRITOS OU CIDADES ABANDONADAS...
Meu sobrinho foi para lá e desde então não voltou mais!

FONTE: http://www.eutanasiamental.com.br/2013/05/o-diario-de-chernobyl.html

O Diário de Chernobyl

terça-feira, 28 de março de 2017



Quem curte heavy metal e seus subgêneros sabe que o estilo sempre teve uma ligação muito forte com o gênero horror, tanto faz ser nas letras, ou nas performances das bandas. Deathgasm, filme dirigido e escrito por Jason Lei Howden busca manter essa ligação do metal como o terror, trazendo muito sangue em seu primeiro teaser trailer oficial, que marca sua estreia mundial no SXSW Film Festival.

O filme é estrelado por Milo Cawthorne, James Blake, Kimberley Crossman e Stephen Ure.

Sinopse: Dois adolescentes sem querer invocam uma entidade do mal e agora são obrigados a se safar dela. 








fonte: http://medobdrops.blogspot.com.br/

Deathgasm – Teaser trailer

Item #: SCP-048  

Procedimento Especial de Contenção:
A designação SCP-048 deve ser retirada do catálogo SCP. Nenhuma SCP futura deve ser acrescentada ao número.

Descrição: 
SCP-048 foi, por muito tempo, considerada um "número maldito" pela equipe SCP: Qualquer item designado à este numero tende a ser destruído, desfeito, roubado ou perdido pela Fundação, geralmente de forma involuntária por qualquer individuo. Em suma, pessoal designado para o SCP-048 em suas diversas encarnações possui 50% mais chances de sofrer morte, desmembramento e/ou ação disciplinar.

A possibilidade de o número '048' possuir qualquer qualidade sobrenatural é desconhecida, contudo, graças às superstições acerca deste número, a designação foi removida do catálogo SCP para manter a moral dos funcionários.

Adendo 1: 
Isso é uma palhaçada! Eu vou provar pra vocês, supersticiosos de merda, que vocês são uns covardes. A restrição ao SCP-048 foi removida e designada ao [DADOS EXPURGADOS]. - Dr. Cortez.

Adendo 2: 
SCP-048 - [DADOS EXPURGADOS], foi acidentalmente jogado no lixo nesta manhã e perdido. Em um incidente não relacionado, Dr. Cortez acidentalmente, traumaticamente, amputou seus braços no liquidificador do refeitório. SCP-048 fechado.

Adendo 3: 
SCP-048 foi novamente removido dos arquivos, após tornar aparente que tal "Barco Vampiro" jamais existiu, tampouco se tornou posse da Fundação SCP. Acredita-se que este engano ocorreu quando um pesquisador de baixo nível tentou salvar sua "ideia de história incrível" em seu disco rígido, sobrescrevendo o arquivo no local designado para o SCP-048. O pesquisador em questão foi exonerado de qualquer atividade relacionada aos arquivos por tempo indeterminado.

SCP-048 - "O Número SCP Maldito"


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Eu estava eu em casa acessando Internet como normalmente fazia. Estava procurando por mistérios da humanidade e achei um site estranho. era bem básico o layout e tinha cara de ser um blogue. O site tinha várias páginas sobre mistérios e coisas estranhas, era até bem legal.

Achei uma matéria bem peculiar. ela se chamava: A Realidade Mecânica

Falava sobre uma dimensão paralela a nossa em que o universo teria se formado da mesma maneira aqui só que a terra teve um outro destino. um destino mais Estranho. dizia que neste lugar a terra era dominada por uma força estranha denominada: The Steam Force

não acreditei muito nisso. pois não tinha cara de ser um negocio serio.

Fui dormir e senti algo estranho. parecia ser um frio. não tinha como eu sentir frio naquela noite pois estava fazendo um calor insuportável. 35° Celsius no termômetro da cidade. achei que estava ficando doente. Dormi logo em seguida

Eu tive um sonho estranho. estava em um espécie de parque. um parque com varias árvores com folhas caindo. Era um clima de Outono. mais era um pouco estranho.

Eu estava sentado em um Banco Feito de Ferro um pouco enferrujado. eu olhava para o céu e via nuvens na cor marrom. isso era estranho bem estranho. parecia que tinha ocorrido uma Poluição de níveis catastróficos.

eu não sentia nada de errado no ar. Olhei para minhas mãos. vi algo que me assustou e me fez acordar na hora. Minhas mãos pareciam estar cobertas de um matéria parecido com ferro e doeram muito na hora.

Quando me acordei senti um arrependimento gigantesco de ter ido dormir. Não era pra eu ter feito aquilo. eu poderia ter simplesmente continuado no computador jogando e não ler aquele texto.

Eu me acordei numa Cama. parecia ser um hospital. não tinha ninguém. mas eu ouvia vozes de pessoas do lado de fora. passavam varias pessoas pelo corredor.

Eu estava vestindo uma roupa diferente e bem estranha. parecia uma espécie de traje de ferro e titânio.

Eu passava pelas pessoas e me sentia estranho. aquelas pessoas estavam com uma roupa igual a minha. Era exatamente como meu sonho. o lugar tinha um tom sépia muito forte. parecia ser proveniente de uma poluição forte. sai daquele lugar e vi um mundo totalmente diferente. um lugar onde varias maquinas totalmente mecânicas trabalhavam 24 horas o tempo inteiro na rua. Eu via engrenagens em toda a parte.

Passei muito tempo nesse lugar. nessa realidade... Arrumei um lugar para morar. uma casa.

Parecia que eu tinha ido para outro mundo.

Fiquei anos trabalhando em uma maquina. Simples mais poderosa.

Meu trabalho deu certo. Eu me libertei dessa realidade horrível... Ou não ?

Através desse equipamento avançado eu consegui avessar o meu mundo. minha casa... o lugar que eu pertenço... Consegui através desse equipamento ter contacto com a Internet. revi toda a minha vida... Vi noticias sobre meu desaparecimento...

Mas eu não podia fazer nada.. não podia alterar nada. Apenas escrever um texto.

Arquivo localizado em > /root/home/rfree/documents/MECHANICALREALITY.txt

Porque eu estou preso a ela... a Maldita... A Realidade Mecânica. Aqui sofro bastante. a fome e grande. o Ar não e de boa qualidade. as pessoas roubam umas as outras. a Agua e rarefeita... Uma força militar vive abusando de autoridade com todos denominada "The Order" eles sugam tudo de todos. inclusive o Oxigênio disponível... Metade do meu corpo e uma maquina. eu conheci algumas pessoas. inclusive uma garota que me ajudou muito... Hoje sou casado com ela. nos não resolvemos ter filhos. Ela disse que quer ir comigo... quer conhecer esse mundo, esse lugar bom, esse lugar perfeito chamado Planeta Terra.

Estou a anos construindo uma nova maquina essa será 20 vezes mais poderosa que a antiga e terei a capacidade voltar a meu lugar. no dia em que cheguei aqui eu tinha 19 anos. hoje tenho 28.

descobri que Anos aqui são poucos meses na terra.

Eu sei eu vou conseguir. vou conseguir sair dela. da Realidade Mecânica. o lugar em que não existe tranquilidade nem muito menos. Paz

Este texto foi achado no computador de um garoto de 19 anos chamado Richard Freeman e eles está desaparecido a 2 meses... Junto ao texto tinha uma imagem. uma imagem de uma cidade... uma cidade feita basicamente de engrenagens e com um ar Steampunk, A policia local foi retirada do caso. uma corporação chamada SCP está no caso e já levou todas as provas. Denominou o caso de SCP -001. o único SCP que tem um numero em Negativo. ou seja está secretamente guardado para futuras investigações.

Foi avistado um homem de 28 anos e uma garota de 25 nos arredores de Washington D.C o rapaz não tinha documentos e a garota também não tinha nada. os dois estava vestidos com uma roupa estranha... A polícia local não achou nenhum registro deles em lugar nenhum. parece que eles nunca existiram. o rapaz disse que se chama Richard Freeman. mas não tem fisionomia alguma com o Richard Freeman que desapareceu a meses atrás. Ele diz estar sofrendo de Amnésia. e diz ter vindo de uma realidade alternativa a nossa.

O HD do computador de Richard Freeman foi confiscado pela SCP Corporation e está seguro em total sigilo nas instalações da SCP Corporation.

The Steampunk Reality


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Item: #SCP – 1981

Classificação do objeto: Seguro

Procedimentos de Contenção Especial: SCP-1981 deve ser mantido em um local seguro de vídeo no arquivo de mídia da área .... Durante o uso, SCP-1981 não deve ser retirado de sua proteção ou ser exposto a nenhuma fonte magnética forte. Um sistema de Video System da Betamax e uma televisão analógica foram disponibilizados na sala de observação 02, na área ..., assim como os equipamentos de gravação.

Descrição: SCP-1981 é uma fita Betamax padrão. ‘’Ronald Reagan Cortado Enquanto Discursava’’ foi escrito a mão, em um adesivo, com caneta. Análises de laboratório indicavam que a SCP-1981 era feita de material comum, e os números de fábrica correspondiam a fitas cassetes produzidas em 1980. SCP-1981 foi encontrada inicialmente por um responsável pelos arquivos do Ronald Reagan Presidential Library em 1991, que ao assistir a fita, alertou a polícia, com o intento de achar o criador por acusações de obscenidade. Uma investigação de baixo nível foi conduzida pela polícia, até um ponto que a fundação foi alertada e pegou a fita.

Amnésicos (remédios para indução de amnésia) de Classe A foram administrados antes que ... fosse notificado. Investigações futuras mostraram que não foram achados traços da origem da SCP-1981

A fita parece ser uma gravação caseira do antigo presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, fazendo seu discurso do ‘’Império do Mal’’ para a Associação de Evangélicos no Sheraton Twin Towers Hotel, em Orlando, Flórida, em 8/3/1983. No entanto, em 1 minuto e 10 segundos, o discurso começa a divagar de forma pesada, não se parecendo com nenhum discurso antes feito por Reagan. Começando em, aproximadamente 5 minutos, múltiplas incisões, lacerações e feridas de penetração podem ser vistas, sendo feitas lentamente, mas sem nenhuma indicação da fonte dessas feridas. Mesmo com as múltiplas feridas que incapacitariam uma pessoa normal, Reagan continuava a dar seu discurso até suas cordas vocais serem totalmente arruinadas ou até a fita ir a estática, em 22:34 min.

Mesmo rebobinando a SCP-1981 e iniciando o playback da fita, Reagan faria um discurso totalmente diferente ao anterior, algumas vezes mais radical que o outro. Os tópicos incluíam tortura, estupro de crianças e rituais de sacrifício. E os traumas causados em no presidente também se mostravam divergentes, com ele sendo empalado, mutilação genital e ..., sendo todas observadas. Em uma das reproduções, é possível ver uma figura vestida de roupas pretas e um capuz cônico, que foi substituído por um dos membros de imprensa de Ronald, mais pra frente chamado de SCP-1981-1. A importância da aparição dele ainda é um mistério.

Os discursos feitos por Reagan eram muita das vezes, incoerentes e sem a mínima estrutura, e fortemente compostas por anedotas e parábolas. Mas ocasionalmente, ele fazia referências a eventos futuros, nos quais ele não poderia saber, como os ataques de 11 de Setembro, o resultado das eleições russas de 2008 e .... Por isso, tempo e esforços rigorosos foram feitos para gravar cada playback da fita. No entanto, múltiplas tentativas de gravar a fita em outra fita Betamax resultaram em falha, mas câmeras conseguiram gravar os playbacks individuais. Qualquer observação feitas e gravadas da SCP-1981, devem ser entregues para o Dr. B(censurado), supervisor do projeto.

Anos de interferência magnética danificaram seriamente a qualidade de sinal da SCP-1981, dificultando a busca por informação dos playbacks. Além disso, a natureza pesada das mutilações feitas em Reagan foram descritas como ‘’Extremamente perturbadoras’’, e por isso é recomendado que qualquer funcionário se sentindo doente após o playback deve visitar a área de psiquiatria para uma avaliação de nível 3.

Como Reagan estava vivo no tempo da recuperação do SCP-1981, uma rede de segurança foi criada para eliminar todas as ligações entre o presidente e a fita. Nenhuma ligação existente foi encontrada, porém, Reagan frequentemente reclamava de pesadelos antes do seu estado mental se degradar por completo.


Transmissões:

00:17:24 - Reagan: A renovação dos valores tradicionais que têm sido os tendões de força deste país. Uma pesquisa recente realizada por um pesquisador com sede em Washington concluiu que os americanos eram muito mais dispostos a participar de canibalismo do que eles têm nos últimos cem anos. América é uma nação que não vai sofrer abominações de ânimo leve. Sete. E esse é o núcleo do despertar. Doze. Dezoito. Vamos parar al-Qaeda. Agora lá vai você de novo.

00:18:02 - Reagan: Pela primeira vez, subiram, e vejo que estão sendo consumidos. Eu vejo círculos que não são círculos. Milhares de milhões de almas mortas dentro de contenção. Apesar de ter comido o tecido moral do país, transformando corações em imundície. Eu sou de um nível acima do reino humano. O que é que deu? Um sorriso falso que condena toda uma nação.

00:18:43 - Não há esperança.

00:18:59 - [Aplausos]

00:19:15 - [Reagan estremece as costas, como se estivesse sentindo dor severa. Vários novas lacerações começam a se manifestar em toda cavidade ocular, bem como furos que aparecem para penetrar testa e têmporas. Restante do braço esquerdo está agora cortado.]

00:19:59 - Reagan: Mais consenso provou que mais da metade de todos os americanos, eu ainda odeio. Comido por todo vazio. O vazio. A tristeza. A escuridão. A escuridão

SCP- 1981

segunda-feira, 27 de março de 2017



Alguns anos no futuro...


"Papai, porque eles nos odeiam?"


"Oh querida, pode parecer que eles nos odeiam, mas na verdade, eles nos escolheram".


"Mas papai, porque eles estão fazendo isso?"


"Não sei querida, mas, infelizmente, essa é a vontade deles. Esta será a última vez que isso acontece, o mundo vai ver... Há um velho ditado que diz que é preciso destruir antes que se possa criar. É como quando você brinca com seus blocos de montar. Antes de construir algo novo, você tem desmontar o que tinha feito antes. A mesma coisa acontece com os homens e as cidades".


"Eles não poderiam ter escolhido outro lugar?"


"Eles poderiam sim, meu bebê, muitos outros. Mas fomos os escolhidos. Não havia comida suficiente e para eles, nós consumíamos demais, por isso que há tanta maldade no mundo agora."


"Entendi, papai."


"Já faz nove minutos desde que as sirenes tocaram e eu quero que você seja corajosa, meu anjo. Vamos ser imortais depois de hoje, isso significa que nós vamos viver para sempre. Sem mais dor, sem mais fome, sem mais lágrimas. Isso não soa tão ruim, não é?"


"Temos que nos despedir agora, papai?"


"Não, querida, daqui a pouco nós vamos nos encontrar de novo. Eu te amo muito minha filha. Estou muito orgulhoso de você."


A família Smith está na frente de uma grande e laje de mármore, eles apertam as mãos e fecham os olhos. As lágrimas que rolam de seus rostos evaporam imediatamente assim como seus corpos, uma vez que a explosão nuclear os alcança. Tudo o que restou foi uma mensagem pintada no chão de mármore: "Nós perdoamos vocês, construam algo melhor."


fonte: http://conteudoperverso.blogspot.com.br/2013/09/o-recomeco.html

O Recomeço

quarta-feira, 22 de março de 2017


eita
Imagine viver em um mundo onde com o aperto de um botão, você tem a sua disposição uma mulher loira linda, surgindo para você, disposta a deixar cada pêlo do seu corpo arrepiado. Bem, e o que você diria se nós afirmássemos que você vive em um mundo exatamente assim?Duvida? Basta ir para o banheiro, colocar uma tesoura sobre o ralo, apertar três vezes o botão da descarga, se virar para o espelho e então apagar a luz. Espere diante do espelho e ela surgirá.

Motivo de risos e piadas depois da adolescência a loira do banheiro é o terror de muitas crianças. Muitas das quais acabavam se molhando para não ter que entrar no banheiro.


Você pode achar essa
história uma estupidez, pode dizer que é coisa de criança, pode dizer que é a pior lenda urbana do mundo, mas neste momento, enquanto você lê o texto, existem crianças espalhadas pelo país entrando em banheiros querendo apertar três vezes o botão da descarga enquanto seus colegas esperam do lado de fora do banheiro para ver se a infeliz desafiada tem coragem e mais, conseguir uma prova da existência da loira.

Mesmo que acredite que tudo não passa de besteira de crianças, por que esse mito é tão popular e continuar a ser espalhado? A resposta é simples. Porque uma vez que entre no banheiro e aperte três vezes a descarga, a pessoa vai ver algo surgir para ela. Par entender o porquê, vamos desmembrar essa "brincadeira" em partes.

Quem é a Loira do Banheiro?

Taxonomicamente a Loira do Banheiro faz parte de um grupo bem conhecido de assombrações conhecidas como Mulher da Meia-Noite. Este nome varia de cultura para cultura, são também conhecidas como Belas da Noite, Mulheres de Branco, etc. Curiosamente suas descrições são basicamente a mesma no mundo todo, menos na América do Sul, onde os relatos a seu respeito e suas diferents formas são relatadas.

Uma Mulher da Meia-Noite é o fantasma de uma mulher que morreu de forma tão violenta que produziu um espírito perturbado e psicopata que busca algum tipo de retaliação, seja vingança, seja matar as pessoas em busca de companhia. Neste segundo caso o problema é que dificilmente um espírito se prenderá a uma Mulher da Meia-Noite, o que a obriga a continuar matando.

Os registros sobre esse tipo de aparição são tão antigos quanto o homem, mas ganharam uma atenção especial graças à novela The Woman in White de Wilkie Collins, escrita em 1859.

No Brasil a Mulher de Branco recebe o nome de Mulher da Meia-Noite, Bela da Noite, também é conhecida como Mulher de Branco (ou de vermelho, ou de preto, de acordo com as roupas que usa na ocasião de sua aparição). Na Venezuela é conhecida como La Sayona, no México de La Llorona, nos Andes é conhecida e temida como Paquita Muñoz.

A origem de cada versão da lenda varia não apenas de país para país, como de estado para estado e cidade para cidade. Isso acontece porque diferente de outros tipos de fantasmas, como o Holandês Voador, não existe uma única Mulher da Meia-Noite ou uma que originou tudo, onde há uma mulher morrendo de forma violenta o suficiente para se perturbar seu espírito, ou quebrar seu espírito como muitos dizem, nascerá uma nova Mulher da Meia-Noite.

Assim não existe uma Loira do Banheiro, mas sim assombrações de Mulheres da Meia-Noite que podem ter um Modus Operandi que envolva banheiros ou o ritual de chamada.

Mulheres da Meia-Noite Famosas

Ao redor do Braisl existem muitos relatos e lendas de Mulheres da Meia-Noite, alguns sérios outros risíveis.

Caminhoneiros e motoristas que dirigem muito pelas estradas parecem sempre conhecer alguém que já viu a Mulher de Branco, eternamente pedindo carona e uma vez dentro do carro ou caminhão se mostrava com uma face horrível, fazendo com que assustados, os motoristas perdessem o controle sobre seu veículo e saíssem da estrada morrendo posteriormente.

Em Belo Horizonte existe a Loura do Bonfim, que vive no cemitério do Bonfim.

Outro relato conhecido é a morte de uma loira que sofreu um grave acidente de carro com o filho na estrada que liga a BR-381 à cidade de Caetá, em Minas Gerais, ambos morreram no local. A Loira, desesperada até hoje fica á beira da estrada, pedindo carona que a leve à cidade para buscar ajuda para o filho. Existem a partir dai dois tipos de relatos, os que páram para acudi-la e a vêem desaparecer no ar, e aqueles que não páram. Os do segundo tipo dizem que durante a viagem, se olham para o retrovisor, a vêem sentada no banco traseiro para então desaparecer. Muitos afirmam que alguns acidentes que resultaram em morte neste trecho de estrada foram causados por ela, é conhecida como a Loira do Caeté

Em Porto Alegre existe a Maria Degolada, uma mulher que viveu na capital do Rio Grande do Sul e após a noite de núpcias foi degolada pelo marido no que é hoje conhecido como Morro da Conceição.

E chegamos à Loira do Banheiro.

A Lenda da Loira

Não existe um registro original sobre a Loira que possa ser averiguado. A história varia muito, alguns dizem que era uma aluna de colêgio que por inúmeras razões se escondeu no banheiro de um colégio. Alguns afirmam que ela foi ao banheiro apra fumar escondida, outros para poder "namorar" algum colega, outros simplesmente que ela foi matar aula. Nesta versão a aluna, cuja idade varia dos 12 aos 17 anos, escorregou no chão, bateu a cabeça no chão ou na privada e morreu.

Uma outra versão fala de uma professora que teve um caso com um aluno e durante uma sessão de "namoro" no banheiro foi assassinada pelo marido que desconfiando da esposa a seguiu.

Seja aluna ou professora, muitos relatos dizem que ela tenta seduzir os garotos ou garotas que ficam sozinhos no banheiro. Isso talvez seja um indicativo de que sua morte teve algo a ver de fato com um relacionamento.

Talvez a lenda da Loira do Banheiro desaparecesse com o tempo se permanecesse apenas entre crianças, mas ela já foi vista fora de escolas em centros comerciais e hospitais. Caminhoneiros falam de histórias da loira que surge em banheiros de beira de estrada. Conseguem ver seu reflexo quando estão de frente para o espelho, e lá está ela, de costas, linda, corpo e pernas perfeitos, mas quando se viram para encarar o homem mostram um rosto deformado e coberto de sangue.

Esse aspecto da sedução é recorrente a várias Mulheres de Meia-Noite, que para buscar vingança ou companhia usam a promessa de sexo para atrair suas vítimas. Muitas pessoas que já viram a Loira do Banheiro afirmam que ela se mostra cínica, primeiro tentando seduzir com beijos e olhares e uma vez cativada a confiança ela ataca. Vale dizer que as pessoas não percebem que estão na presença de um espírito até ser tarde demais.

Loiras Regionais

Catalogamos a seguir, algumas variações das lendas que envolvem uma Loira do Banheiro, buscando, sempre que possível incluir dados mais sólidos, como nomes locais e datas, para auxiliar qualquer um que deseje iniciar uma pesquisa paranormal mais séria sobre o assunto ou para aqueles que desejem simplesmente bater um papo com a loira.

Loira Paulista

São Miguel Paulista

No local onde seria construída a escola Prof. Adolpho Pluskat, em São Miguel Paulista, havia uma casa habitada por uma jovem e seus pais. Após um acidente de carro, os pais da jovem morreram. O acidente a colocou em choque, variando seu humor entre a catatonia e a histeria, desenvolvendo o que hoje poderia ser chamado de síndrome do pânico, não deixando mais a casa.

Com o passar do tempo o governo da região decidiu construir ali a escola e se ofereceu para comprar o terreno ou pagar a ela uma indenização, ela aceitou o acordo e no dia programado derrubaram a casa, sem saberem que ela havia permanecido ali, esperando apra ser morta.

Obviamente que a lenda diz que o quarto onde ela se escondeu calhou de se localizar onde posteriormente foi erguido o banheiro da escola.

Já, em quase todas as escolas públicas do estado parece haver uma homogenidade entre os relatos.

Na escola, seja ela qual for, estudava uma garota loira linda de aproximadamente 15 anos. Ela adorava matar aula, em uma dessas aventuras entrou no banheiro, escorregou bateu a cabeça e morreu, alguns envolvem um período de coma antes da morte. O interessante nesses relatos é que ela surge com uma bola de algodão em cada narina para evitar que o sangue escorra.

No Instituto de Ensino Cecília Meireles, em Santo André, os alunos também a descrevem como uma loira com algodão no nariz e roupa branca.

Loira Carioca

No Rio de Janeiro, um dos points da Loira do Banheiro é a Escola Municipal José Veríssimo.

Não existe um consenso de como ela foi parar lá, mas a crença é de que se uma pessoa para diante do espelho do banheiro, que ocupa grande parte da parede, e chamar 3 vezes o nome catarina, ela surgiria no espelho e ofereceria duas opções a quem a chamou: Faca ou Maçã, escolhendo faca ela mataria a pessoa, escolhendo maçã ela a puxaria para dentro do espelho, de onde a vítima só fugiria após realizar alguma prenda pedida por ela.

Loira Sergipana

Em Aracajú, logo antes de seu casamento, uma loira encontra o seu noivo com outra mulher, uma de suas amigas, na cama. Ela corre para a igreja onde iria ter sua cerimônia e se joga do alto da torre, enquanto caia seu vestido de noiva se torna preto. Depois da morte voltou e matou o marido, a amiga. Apesar de sua morte não ter conexão direta com um banheiro, ela pode ser vista em banheiros. Quando surge arranha o rosto de quem estiver na sua presença e odeia homens infiéis.

Loira Paranaense

Em 1997 começou a circular uma história na Escola Estadual Leonor Castelano que afirma que dentro do último banheiro feminino existe uma mulher cheia de facas na cabeça e uma no peito. Quando surge ela mata quem estiver em sua frente, se a pessoa tentar fugir ela lhe arranca a cabeça.

Encontros com a Loira

De crianças de 8 anos como J. G. do Instituto de Ensino Cecília Meireles que diz que suas "amigas contam que viram a loira no banheiro do segundo andar, agora só usamos o do andar de baixo", a Maria Luiza de Carvalho, 67, avó que relembra: "Diziam que era um espírito abandonado que vagava pela escola com algodão no nariz e na boca. A única que sei que existiu de verdade foi uma que vi da janela de casa quando tinha 7 anos", os casos de avistamento da loira seriam o suficiente para encher centenas de páginas de livros.

Curiosamente grande parte dos relatos tem a ver primeiramente com um reflexo da loira, seja em janelas, na água da provada, em espelhos ou em superfícies similares. E todo relato termina com a pessoa fugindo assim que a loira aparece, obviamente se não fugisse não sobreviveria para contar a história.

Mas esses encontros são reais? Existem mesmo fantasmas de mulheres loiras vagando por banheiros tentando atacar pessoas? O número de relatos diferentes poderia sugerir que parte da burocracia ao se abrir um colégio, após se conseguir um alvará da prefeitura, seria matar uma menina loira em um dos banheiros da construção.

Podemos dizer então que grande parte dos banheiros são assombrados? A resposta obviamente é não, grande parte, talvez a maioria absoluta dos banheiros de escola, casas e etc. não possuem um fantasma psiceotico de estimação.

Então podemos afirmar que os relatos são todos falsos, certo?

Errado.

O fato de alguém ver um fantasma quando não há um fantasma para ser visto não significa que a pessoa não viu nada.

A Loira sob o Microscópio

Como todo Rosa-Cruz sabe, se você encarar um espelho por tempo o suficiente, você vai ver coisas que te farão cagar tijolos.

Isso significa que existe algo no espelho?

Um teste psicológico foi realizado, tempos atrás que consistia em colocar pessoas defronte do espelho em um lugar à meia luz e simplesmente encarar o espelho por 10 minutos.

Terminada a experiência as pessoas tinham que escrever em um papel o que haviam visto, se é que haviam visto algo.

Antes de colocarmos aqui os resultados tenha em mente que isso não era uma brincadeira onde a pessoa esperava encarar um espírito, era um teste psicológico neutro.

66% dos participantes disseram ter visto o próprio rosto extremamente deformado. 18% viram um de seus pais com alguns traços alterados - 10% desses pais já haviam morrido. 28% viram o rosto de um estranho, como uma criança ou uma mulher velha. Computando os dados, quase metade dos participantes viram seres monstruosos e fantásticos.

Mas porque isso acontece?

Ao invés de respondermos vamos propor algo. Hoje, quando tiver um tempo livre vá para frente de um espelho e encare ele, não apenas olhe para ele, encare-o com toda a atenção e veja o que seu cérebro faz com o que você está vendo. A culpa disso é de Ignaz Paul Vital Troxler, que em 1804 deduziu que o nosso sistema nervoso tem um mecanismo de adaptação a estímulos contínuos, ou seja, se uma coisa acontece de maneira constante por muito tempo você passa a ignorâ-la. Por acha que aquele alarme de carro que dispara na madrugada toca toca toca toca e pára, para então começar a tocar tocar tocar tocar e parar de novo? Se ele simplesmente tocasse sem parar, em determinado momento você não repararia mais nele, as pausas são para que o estímulo cesse antes de você o ignorar e recomece.

Outro exemplo do Efeito Troxler: coloque o dedo na sola do pé de alguém que sente cócegas. A pessoa pode reagir ao primeiro toque, mas após alguns instantes, se você não movimentar o dedo, ela não o sente mais. Diferente do que acontecerá se você ficar movendo o dedo de um lado para o outro. Da mesma forma que se você colocar um pedaço de papel na parte interna do seu antebraço você o sente apenas por um breve período de tempo, mas se agitar o braço volta a senti-lo até que ele caia.

Faça o teste, olhe para a cruz no centro da imagem fixamente por 20 segundos

troxler2

Chamando a Loira para um Encontro

Diferente de outras espécias de Mulheres da Meia-Noite a Loira do Banheiro, assim como sua versão americana Blood Mary - ou Mary Sangrenta -, pode ser evocada. Por se tratar de um fenômeno popular, o ritual de evocação varia praticamente de bairro para bairro mas em linhas gerais ocorre da seguinte forma:

Entre no banheiro sozinho ou sozinha.

Vá para o vaso sanitário e acione três vezes a descarga.

Vá para a frente do espelho e espere.

Pronto.

Variações pedem que se chame o nome do espírito três ou cinco vezes. Se coloque uma tesoura sobre o ralo, ou fios de cabelo na privada. Se fale cinco palavrões ou três. As combinações são infinitas.

Saindo Para o Abraço

Mas de fato pode calhar de haver de fato um espírito no seu banheiro. Como saber se o que está refletido no espelho ou abrindo a janela não é um fragmento de sua imaginação.

Fantasmas e espíritos tem assinaturas específicas que podem ser percebidas. Usando aparelhos como detectores de campos elétro magnéticos pode-se conseguir leituras dos campos que nos cercam e perceber mudanças. Da mesma forma câmeras térmicas e outros apetrechos de medição, mas para queles que não dispõe desses aparelhos aqui vai uma técnica Morte Súbita Inc. simples para detectar os espíritos.

A primeira é o uso de uma bússola simples. Muitos espíritos quando de manifestam causam mudanças nos campos eletro-magnéticos que podem afetar a agulha imantada. Se você levar a bússola com você e durante a evocação a agulha começar a se mover é melhor se preparar para um encontro. O importante a se lembrar neste método de detecção é se lembrar de deixar a bússola em uma superfícia estática sem que ela se incline para qualquer lado, nem seja movimentada. A pia do banheiro é uma boa opção.

Outra opção é levar uma câmera fotográfica digital comum, se tiver visão noturna melhor ainda. Chame a loira e assim que notar qualquer coisa diferente comece a fotografar, se sua câmera tiver opção de filmagem melhor ainda.

Por último, construa o seu próprio eletroscópio caseiro. O eletroscópio é um aparelho que se destina a indicar a existência de cargas elétricas, ou seja, identificar se um corpo está eletrizado. Os eletroscópios mais comuns são o pêndulo eletrostático e o eletroscópio de folhas. Fantasmas costumam se manifestar como campos elétricos sem um corpo, assim caso haja um campo eletrostático por perto ele pode não ser visto mas sim detectado. Aqui vai uma receita de como criar um eletroscópio de folhas em casa e como usá-lo:

Material:

- Frasco de vidro – O frasco pode ser qualquer um, mas é necessário que seja de vidro e que tenha tampa de preferência de plástico. O mais fácil de ser encontrado assim é um pote de maionese. Caso tenha paciência e habilidade o suficiente faça um buraco no centro da tampa com a largura do seu dedão.

- Fio metálico condutor – Qualquer fio condutor serve. O ideal é um fio de cobre esmaltado, mas na falta de um fio pode-se usar outros objetos metálicos: arame, prego fino, clips de papel etc. Estes fios são encontrados em casa de materiais elétricos, ou retirados de aparelhos elétricos velhos. São fios de cobre recobertos com um verniz.

- Papel alumínio – Papel usado para embalar comida, ou encontrado em embalagens de barras de chocolates ou de cigarros.

- Fita isolante

- Rolha – A rolha será enfiada no buraco que você fez na tampa de plástico do pote. Pode se ruma rolha usada ou uma comprada em armazéns, supermercados ou bares. Caso queira sofisticar em farmácias ou lojas que fornecem materiais para farmácias e hospitais você encontra rolhas de borracha.

- Uma bola de ping-pong, ou de isopor, caso não tenha sem problemas.

Montagem:

- Corte um pedaço de fio esmaltado de forma que ele vá até o centro do pote e ainda sobre uns 3 cm para fora da rolha;

- Com uma lixa, de parede, de unha ou de canivete, raspe 3 cm do fio em uma extremidade e 3 cm de fio na outra, até que todo o verniz à volta dessas áreas seja totalmente retirado;

- Enrole a bola de ping-pong ou de isopor com o papel alumínio, caso não tenha as bolas apenas amasse o papel. Atravesse a bola na extremidade do fio que ficará para fora do pote.

- faça um pequeno furo no centro da rolha. Tente não deixar o furo muito maior do que a espessura do fio; depois de passado o fio pela rolha, dobre a extremidade inferior do fio como indicado na figura abaixo, na forma de um “U” horizontal, perpendicularmente ao fio que desce da rolha; caso não tenha a rolha faça o furo na tampa do pote pequeno o suficiente para que o fio fique preso nele.

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- recorte duas tiras de papel alumínio com aproximadamente 5 cm de comprimento e de 3 a 5mm de espessura; faça uma pequena dobra em cada uma, dando o formato de bengala, como mostra a figura acima (na figura acima a lâmina de papel alumínio está sendo mostrada de lado);

- coloque as lâminas sobre o fio raspado da parte inferior de forma que elas fiquem paralelas (veja a figura no final);

- Ajuste este conjunto (fio rolha e lâminas) no frasco;

Você deve ter isso em mãos:

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Ou algo bem parecido, dependendo do frasco que usar.

Ele funciona de maneira simples. A bola de aluimnio na ponta absorve cargas elétricas e as leva pelo fio até o papel alumínio de dentro. Como a carga é a mesma as folhas de papel se repelem, se separando. Para fazer um teste coloque a bola perto do monitor da sua televisão e a ligue e desligue. Observe as folhas de papel no interior. Outro meio de testar é pegando uma régua de acrílico e a esfregar no seu cabelo ou em um casaco de lã e então aproximar a régua da bola. Para rebootar o sistema encoste o seu dedo na bola de papel alumínio e as folhas voltam ao normal.

Leve seu eletroscópio ao banheiro e chame a loira, ande de um lado para o outro. Caso as folhas se movam, BINGO. Detectou algo.

Essas tecnicas são simples e podem ser realizadas por qualquer pessoa. Tenha em mente que caso não detecte nenhuma presença não significa que ela não esteja lá, mas caso alguma dessas tentativas indique um resultado positivo pode apostar que alguém está olhando sobre seu ombro, neste momento vale a pena tentar se lembrar como tudo isso é besteira e só foi inventado para assustar crianças

A Verdade Sobre a Loira do Banheiro



Um consórcio internacional de cientistas anunciou nesta quinta-feira (11) a primeira detecção de ondas gravitacionais, um fenômeno previsto pelo físico Albert Einstein há exatos cem anos, mas que nunca havia sido observado.

"Nós detectamos ondas gravitacionais. Nós conseguimos", afirmou David Reitze, diretor do projeto, em uma entrevista coletiva na manhã desta quinta, em Washington.

O que os pesquisadores do projeto Ligo (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory) encontraram essencialmente foram "distorções no espaço e no tempo" causadas por um par de objetos com massas enormes interagindo entre si.

Neste caso específico, os cientistas acreditam que o evento observado seja fruto da interação entre dois enormes buracos negros.

EXPERIMENTO VÊ ONDAS GRAVITACIONAIS, FENÔMENO PREVISTO POR EINSTEIN


Em depoimento no início da tarde desta quinta-feira (11), Marcos Daniel Antero Gonçalves, de 18 anos, confessou que agrediu o enteado João Miguel, de apenas um ano, na última terça-feira (9). O jovem, que havia negado envolvimento com a morte do bebê no primeiro depoimento, disse que estava bêbado. Ele deu chutes e socos no menino porque ele acordou chorando. As informações foram divulgadas pela Polícia Civil durante uma coletiva de imprensa.

A criança, que desmaiou após ser agredida, tinha hematomas nas costas e no abdômen e na certidão de óbito os motivos apontados para a morte foram “hemorragias no fígado e nos rins provocadas por ação contundente”.

A mãe da vítima disse que tinha deixado o bebê dormindo na casa do namorado, no bairro Barroso, para ir entregar remédio na residência da sogra.

"Ele [o bebê] estava inconsciente em cima da cama, murmurando, gemendo como se ele tivesse com muita dor. Não estava conseguindo fazer nada nem se mexer. Eu quero que seja feita justiça porque ele nunca tinha feito mal ao meu filho e isso pra mim foi uma supresa. Agora só tava ele e a criança quando eu sai. E quando eu voltei também só tava eles dois. Ele nega, disse que não fez nada com a criança, que é inocente, que ele tentou socorrer ele...", contou a mãe do bebê, Jéssica Pereira da Silva Saldanha.

O jovem chegou a procurar a família da namorada, no início da noite quarta-feira (10), após o enterro da criança, para prestar solidariedade. Ele foi detido pouco tempo depois, na casa de um parente, escoltado por policiais militares.

A prisão temporária pedida pela polícia, foi expedida pela Justiça e até a publicação desta reportagem Marcos Daniel permanecia na 91ª Delegacia de Polícia (Valença). Ele deve ser transferido na sexta-feira (12), para a Casa de Custódia de Volta Redonda (RJ).

fonte: http://noticiasassustadoras.blogspot.com.br/

PADASTRO CONFESSA TER MATADO BEBÊ

segunda-feira, 20 de março de 2017




Era mais de meia-noite, a garota Laura estava deitada em sua cama, com os olhos bem abertos ela encarava o teto, não queria dormir, tinha medo. Era horrível saber que depois que fechasse seus olhos o inferno começaria. A menina sofria muito, todas as noites ela tinha o mesmo pesadelo, um pesadelo que fazia sua vida parecer sem sentido, que a impedia de ser feliz. Essa era a realidade da pobre garota.

Como em todas as noites, Laura rezou, pedindo a Deus que desse vez ela tivesse uma boa noite de sono, que o pesadelo que lhe impedia de seguir em frente não lhe atormentasse. A garota terminou de rezar e fechou seus olhos. Dormiu e sonhou.

Laura estava na mesa jantando, acompanhada de sua mãe Márcia e sua única irmã, Maria. Maria era 5 anos mais velha que Laura, tinha 17 anos e era uma garota muito inteligente e responsável. A mãe de Laura, Márcia, tinha 34 anos e nos últimos 5 vinha se esforçando muito para cuidar das filhas, sempre fora uma mãe boa e sentia-se uma mulher realizada com sua família, até que seu marido, Olavo, começara a beber todos os dias e assim fazer muita confusão quando chegava em casa.

O Pesadelo