terça-feira, 25 de outubro de 2016

o canal infinito




Existe uma lenda que circula em torno da indústria televisiva.

Trata-se do Canal ∞, é difícil acessa-lo, mas não impossível e ,os relatos dos que conseguiram, são variados. Dizem que grandes figuras conseguiram acessa-lo, e isso foi a verdadeira razão de seu sucesso. É um ritual que pode te revelar informações preciosas, pode te mostrar o caminho do poder, mas também pode ter suas consequências.

Eu vou lhe dizer como chegar lá e então o que fazer.

Primeiramente você vai precisar de:

Uma televisão, de preferência uma analógica ou a mais antiga que conseguir.
Um controle remoto, não precisa ser exatamente o controle da televisão, pode ser de qualquer outra.

Ligue a TV e coloque em qualquer canal estático, ou que apenas esteja em tela azul ou preta. Basicamente só colocar em algum canal que não receba sinal.

Saia de sua casa por três horas, mas mantenha a TV ligada. Se tiver outra pessoa na casa, deve sair com você. Também é importante e recomendado chamar outros amigos quando voltar à sua casa.

Durante essas três horas, você precisará adquirir alguns itens. Nenhum deles é obrigatório, mas podem serão úteis. Vou listar os itens em ordem de importância.



Um item muito querido por você;
Dois espelhos. Devem ser pequenos, como espelhos de bolso;
Uma faca , de pelo menos 25 cm;
Um livro que você já leu;
Um aparelho de celular;
Uma chave;
Um martelo ou marreta;


Após se passarem às três horas, retorne à sua casa e para o quarto ou sala onde a TV está.

Feche a porta.

Olhe fixamente para tela de estática até se sentir desorientado ou tonto.

Chame seus amigos para entrar.


Dê o item querido por você para a pessoa na qual você mais se preocupa, em seguida, peça para que todos se retirem. Se você não pegou um item querido, você deve sussurrar algum segredo em seu ouvido.

Peça para que todos saiam da sala e que de forma alguma, não abram a porta novamente, não importe o que aconteça, não importe o que eles escutem, NÃO ABRAM A PORTA!

(Obs.: Quanto mais amigos você chamar, mais seguro você estará, porém, mais riscos eles correrão)

Fique de costas para TV e segure os espelhos a sua frente, um em cada mão, um refletindo o a estática e outro refletindo seu rosto. Fique assim até que uma pergunta apareça na tela. Se você não trouxe os espelhos, sente-se de costas para TV até ouvir um barulho vindo dela.

Peque o controle remoto. Haverá uma pergunta qualquer na tela. Pressione botão que avança ao próximo canal para responder sim ou aperte o que retrocede ao canal anterior para responder não. Serão ao todo 26 perguntas, suas respostas devem ser honestas. Podem ser desde questões triviais até profundas questões filosóficas pessoais. Você responder com honestidade todas as questões, ou você não terá sucesso em alcançar o Canal ∞.

Após as perguntas, uma dessas três coisas acontecerá:

Ou seu programa favorito de todos os tempos vai iniciar em um episódio totalmente inédito, porem, com todos os personagens estão mortos.
Ou um vórtice de vento ira cercá-lo e você será puxado para uma dimensão alternativa. Se isso acontecer, você ficará preso lá e precisará do celular, chave, livro e o martelo para poder sair. Não vou lhe dizer o que fazer, você terá que descobrir por si só, caso seja necessário.
Ou talvez a imagem da pessoa que você menos goste dentre seus amigos vai aparecer na tela da TV. Você vai encravar a faca na televisão, óbvio que não é para acertar o vidro e sim a parte de plástico ou madeira dependendo da TV.

Depois disto, você terá alcançado o Canal ∞.

Na tela aparecerá um menu de navegação com links como “O sentido da vida” ou “Poderes ocultos da mente” entre várias perguntas que nenhuma ciência poderia responder. Escolha uma para obter a resposta.

Se você continuar assistindo a estática, sem se desorientar ou quebrar o contato visual com a televisão, você vai ver uma série de imagens se decifrado, revelando a resposta da questão que você mais gostaria de responder.

Ainda existem muitas coisas para se desvendar desse ritual. Basta fazer o que acha que deve ser feito. Você pode descobrir coisas realmente boas, mas algumas serão ruins. Você pode deixar o quarto a qualquer momento.

No entanto existem mais dois pontos de atenção. Você nunca pode contar a ninguém as respostas que descobriu depois de acessar o canal ∞ e você só pode acessar o canal∞ quatro vezes em sua vida.

Espero que você encontre suas respostas.

SCP-173 - "A Escultura"



Item #:SCP-173

Classe do Objeto: Euclid

Procedimentos Especiais de Contenção:
Objeto SCP-173 deve ser mantido em um container trancado à todo o tempo. A equipe designada a entrar no container não deverá ser menor que 3 pessoas e a porta deverá ser retrancada ao entrarem. A todo o tempo, duas pessoas deverá manter contato direto olho-a-olho com o objeto até todo o pessoal desocupar e retrancar o container.

Descrição:
Levado ao Local19 1993. Origem ainda desconhecida. Construído de concreto e vergalhoes com traços de tinta spray Krylon. SCP-173 se move e é extremamente hostil. O objeto não pode se mover enquanto for mantido dentro de um acido sulfurico no ânus do "animal", Contato visual não deve ser quebrado em hipótese alguma pois se não ele se descontrolará. Pessoal designado à entrar no container é instruido a alertarem-se entre si antes de piscar. Relatos de ataque do objeto incluem a remoção do ânus através da base das nádegas ou por estrangulamento. No momento de um ataque, pessoal deve agir conforme procedimentos de Conteção de Objeto Perigoso Classe 4.

Pessoal relata sons de raspagem de pedra originando do container quando não há ninguem presente. Isto é considerado normal e qualquer mudança neste comportamento deverá ser reportado ao supervisor de plantão.

A substância marrom-escura no chão é uma combinação de fezes e sangue. A origem destes materiais é desconhecida. O container deve ser limpo em uma base bi-semanal.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

suposto video que esta amaldiçoando as pessoas na internet.



vazou o suposto video que esta amaldiçoando as pessoas na internet.
foi esse o maldito titulo que li e eu deveria ter ignorado
mas não.
é Ignorância  uma ausência 
e uma ausência de medo é oque nos faz cair nos mais diversos cantos obscuros do mundo e da internet
e foi por causa daquele click que tudo mudou na minha vida
um video onde varias pessoas ao redor do mundo estavam sendo amaldiçoadas
e tendo enorme marés de azar
perdendo emprego e até mesmo morrendo membros próximos da familia eu achava que era apenas um hoax uma mentira inventada na internet. então cliquei.
mesmo estando escrito "não veja e se ver assista por sua conta em risco"



oque vi foi algo como olhos vermelhos  e algumas mensagens subliminares.
o tempo se passou...
e desde que eu cliquei naquele maldito video
eu perdi meu emprego.
meu cachorro foi envenenado.
minha namorada entrou em depressão profunda e me largou.
eu não tenho dinheiro para pagar o aluguel. mal tenho dinheiro para comprar carne enlatada e sabe qual é a unica forma de quebrar a maldição ?
é repassando o link e foi isso que eu fiz !!
te mostrando aquele video ali agora HAHA
eu não consigo......... eu não consigo viver com a culpa de ter que repassar isto para outra pessoa....
a maldiçao esta com você agora. !
boa sorte.


Relato de uma colega do blog que vamos apelidar de "Ally"


"Tenho sido muito questionada sobre os problemas
que tive há algum tempo, e que me fizeram
queimar os selos.
E pensei muito antes de postar sobre isso, entre
os vários motivos que tive pra adiar esse post, o
maior deles é que nem eu mesma havia
conseguido entender o que tinha acontecido.
Comecei evocando os Daemons através da Goétia
Satânica, e me sentia realmente muito segura
agindo daquela maneira. E através desse método
Satanista eu evoquei alguns Demônios Goéticos.
Entre eles Bune, Seere, Dantalion e Astaroth.
As evocações aconteceram, funcionaram, isso é
um fato. Eu chamei, eles vieram. Mas até então, a
minha preocupação era chamar e falar com eles,
eu não sabia o que viria depois. Eu estava
começando.
Nunca tinha feito sequer um ritual de banimento,
isso não me importava. Eu evoquei cada um deles
várias vezes, pedí uma série de coisas, e parei
pra esperar que essas coisas acontecessem.
Isso sem falar nas deprimentes evocações... Eu
quase implorava pela vinda do Daemon...
Deprimentes, inocentes, ignorantes... Pra dizer o
mínimo!
Bom, acontece que nesse período eu fui tratada
por eles como eu estava me apresentando a eles,
como uma fraca.
Os meus pedidos eram feitos pela metade, minha
vida se tornou uma bagunça.
Eu não me importava com o que era VONTADE.
Isso não me interessava.
Eu pedia, e me contentava com o pouco que
recebia.
Fiquei anestesiada com tão pouco. Não via mais
nada. Não fazia mais nada. Só esperava que os
Daemons fizessem tudo por mim.
Me entreguei a eles com essa minha atitude.
E os resultados disso foram tão terríveis quanto a
minha ignorância.
Eu entrei em um estado de "transe" em que eu não
via mais a minha própria vida. Eu não pensava
mais, eu não agia mais... eu simplesmente estava
sendo controlada por forças que eu não sabia e
nem queria na verdade controlar. Minha vida
estava uma droga, eu estava despedaçada, mas eu
não via isso. Pra mim, estava tudo bem, eu não
me via mais. Eu me perdi. Nem meus
pensamentos eu conseguia controlar, eu pensava
simplesmente em nada.
Virei uma marionete, virei um pedaço de carne,
sendo manipulada o tempo todo. Eu estava doente,
fisicamente, e não consegui perceber. Estava
fraca, doente, totalmente anestesiada pra tudo.
Tudo aquilo que eu tinha evocado, e não falo só
dos Goéticos, falo das evocações feitas no
Satanismo, tudo estava lá. Tudo estava me
influenciando de forma muito negativa. Eu estava
sendo sugada sem dó.
E foi nesse momento da minha vida que Astaroth
apareceu. Através de outras pessoas, começou a
me mostrar, abrir meus olhos pra isso. Mandou
muitas mensagens através de outros, pq dizia que
não conseguia se aproximar, se comunicar, com
tanta coisa me cercando.
Aos poucos eu comecei a ver a minha situação.
Mas quanto mais eu abria os meus olhos, mais eu
era atacada. Eu piorava a cada dia, a cada hora, a
cada minuto, eu me vi sendo dominada e devorada
por tudo aquilo.
Astaroth me disse que eu deveria ser rápida...
Fazer vários banimentos... Por uma semana,
todos os dias, e queimar todos os selos que eu
tivesse na minha casa.
Minha mente quase não me obedecia, meu corpo
estava fraco, (em uma consulta médica, descobri
que o meu coração estava fraco).
Passei alguns dias jogada na cama, sem nem
conseguir comer, e relutava pra não fazer os
banimentos.
Até que um dia, quase rastejando pela casa,
resolvi procurar os selos pra queimá-los. Eu não
encontrava em lugar nenhum. Eles estavam na
minha frente, eu via mas eu não enxergava eles.
Eu nunca vou me esquecer disso. Foi terrível!!! Eu
me segurava nas paredes pra não cair, sentia
como se milhares de coisas estivessem me
segurando, me forçando... ouvia gritos dentro da
minha cabeça... Eu enlouqueci.
Até que, usando um vestígio de sanidade eu
preparei um banimento Satânico que eu já
conhecia, apesar de nunca ter usado. Nesse ritual
eu também evoquei Astaroth pra me ajudar.
Enquanto preparava o ritual, as coisas ficavam
ainda piores, eu já não conseguia ficar em pé.
Estava quente, febril. As vozes gritavam comigo
coisas que eu não entendia, vários vultos
começaram a aparecer. Vi várias sombras me
rondando, mas eu nem fiquei assustada com isso,
eu não tinha nem condições de sentir nada. Eu só
foquei a minha mente nesse ritual, e alí eu
depositei tudo o que restava de mim.
Quando comecei o ritual senti como uma brisa
fresca e aos poucos, comecei a voltar. Ainda
fraca, mas já conseguia me levantar. Só alí eu
tive como calcular a dimensão do estrago. Eu
consegui ver a minha situação. Naquele
momento, foi a primeira vez que eu soube impor a
minha vontade. Não sei de onde veio essa força,
mas fou uma das coisas mais fortes que já senti.
Eu sentia a minha vontade dentro de mim e com
ela eu exigi que tudo aquilo fosse embora da
minha casa, da minha vida. Fui acordando como
de um sonho, voltando aos poucos á realidade. A
Ally que finalizou esse ritual era uma pessoa
totalmente diferente daquela que o havia
começado. Eu estava em pé, eu estava consciente
de mim. Eu me sentia bem. Mas era uma
sensação de bem estar real.
Muito cansada, fui dormir, e sonhei com Astaroth.
Ela veio me dizer que eu tinha feito a coisa certa,
mas que era apenas o começo.
Encontrei os selos no dia seguinte, eles realmente
estavam na minha cara quando os procurei
naquela noite. Queimei um a um.
Refiz o banimento.
Astaroth começou então a aparecer todos os dias,
no mesmo horário, mesmo sem que eu chamasse,
e começou a me ensinar muitas coisas, entre
elas, controle. Astaroth me disse que sem
controle tudo aconteceria novamente.
Esse banimento foi feito por uma semana, como
me foi orientado. Fiquei bem.
Descobri ainda que além de alguns espíritos e
demônios menores, vários goéticos, mandados
até aqui por algumas pessoas infelizes que
queriam me destruir estavam no meio.
Bem, foi assim, exatamente assim que
começaram meus contatos com Astaroth.
E o mais importante: foi nesse triste e terrível
episódio da minha vida que eu descobrí que isso
não é brincadeira, e que deve ser levado muito a
sério.
Através desse aprendizado eu recomecei.
E sinceramente, espero que ninguém passe por
coisa semelhante.
Por isso estou aqui contando tudo isso, por mais
que me doa e seja muito difícil falar sobre o
assunto, mas eu não poderia deixar de contar
sobre a parte feia da goétia. Ela existe, ela é real,
ela pode acabar com a gente se não estivermos
preparados.
A goétia Satânica... bem... vou falar sobre isso
uma outra hora."

Scp-049 "Plague Doctor"



Item nº: SCP-049

Classe do Objeto: Euclídeo

Procedimentos Especiais de Contenção; SCP-049 deve ser contido em uma cela segura no Setor de Pesquisa-██. SCP-049 não deve ser retirado de sua cela a menos que o ato tenha sido aprovado por dois funcionários de Nível 2 ou superior, e nestes casos, SCP-049 deve ser pesadamente sedado. Ainda assim, nestas ocasiões, SCP-049 deve permanecer acompanhado por dois (2) guardas armados e guiado por uma coleira de ferro, presa a dois (2) mastros de ferro de 2 m de comprimento firmemente portados por dois (2) funcionários de Nível 1 ou superior. Todos os experimentos em SCP-049 devem ser conduzidos em um das salas especificamente preparadas para este fim (ver documento 042-D-3-18).

A cela de SCP-049 deve ser constantemente monitorada por câmera de segurança. Em caso de comportamento anormal, o Doutor ████ deve ser avisado imediatamente.

Descrição: SCP-049 possui aparência humanoide, com 1,9 m de altura e peso de 95,3 kg; entretanto, a Fundação é, no momento, incapaz de estudar sua face ou corpo com maior precisão, já que o objeto se encontra coberto com o que parecem ser as vestimentas tradicionais de um "Médico da Peste" da Europa entre os séculos 15 e 16. Embora as vestimentas se assemelhem a couro grosseiro e a máscara pareça ser feita de cerâmica, estes materiais são na verdade parte do corpo de SCP-049, como demonstrado por testes microscópicos e genéticos que indicam sua composição como similar à de tecido muscular. O objeto foi originalmente descoberto em ██████, Inglaterra, pela polícia local. A força-tarefa móvel [REMOVIDO] respondia à suspeita de um surto de [DADOS REMOVIDOS]. Amnésicos de classe A foram administrados a todos os civis em um raio de 0,5 km como parte do procedimento inicial de contenção.

SCP-049 é incapaz de fala (Ver Adendo A-1), embora demonstre compreender a língua inglesa perfeitamente, e é completamente dócil até tentar realizar cirurgias. O toque de SCP-049 é invariavelmente letal para humanos. Após entrar em contato com as mãos de SCP-049, a vítima (doravante denominada SCP-049-2) sofre [DADOS REMOVIDOS] e morre dentro de instantes. SCP-049 tenta então matar todos os humanos em seu campo de visão de forma similar, supostamente para evitar interrupções, para então voltar sua atenção para SCP-049-2. O objeto então tira uma maleta feita de [DADOS REMOVIDOS] contendo bisturis, agulhas, fios de linha, e diversos frascos de uma substância não identificada, de algum lugar de seu corpo (exames de raios-x e similares não foram capazes de localizar estes instrumentos dentro de SCP-049) e começa a dissecar SCP-049-2, inserindo diversos componentes químicos no corpo. Após cerca de 20 minutos, SCP-049 sutura SCP-049-2 e volta a se tornar dócil.

Após um intervalo de alguns minutos, SCP-049-2 torna a apresentar sinais vitais e aparenta estar reanimado. Contudo, SCP-049-2 é incapaz de manifestar função cerebral complexa, vagando sem rumo até encontrar outro humano vivo. Neste ponto, os níveis de adrenalina e endorfina de SCP-049-2 se elevam a cerca de trezentos (300) porcento, enquanto tenta matar e ██████ qualquer ser humano que encontrar, antes de voltar ao estado passivo, vagando até encontrar mais humanos. Neste estágio, sua rescisão é permitida e incentivada. A inobservância a este protocolo fora de condições experimentais controladas é passível da pena de rescisão.

Autópsias detalhadas de SCP-049-2 encontraram diversas substâncias incomuns (juntamente com grandes quantidade de substâncias comuns) em seus corpos, incluindo [DADOS REMOVIDOS]. Contudo, várias das substâncias permanecem não identificadas (pesquisadores com autorização de nível 3 ou superior devem ler o Adendo C-1).

Adendo A-1: Hoje, SCP-049 falou pela primeira vez, 06/12/20██, abordando o Dr. ████. O registro completo do diálogo se encontra em anexo.

Entrevistado: SCP-049 Entrevistador: Doutor ███████ ████ Prefácio: SCP-049 começou a falar aleatoriamente sem estímulos evidentes a caminho de um laboratório. O Doutor ████, neste momento, registrava anotações em um gravador de som portátil. Informações irrelevantes foram omitidas.

SCP-049: "O que é este lugar?" Dr. ████: "O que? É um labo…" [ouve-se um ruído alto, causado pelo Dr. ████ ao derrubar o gravador, em choque.] SCP-049: "Um laboratório? É bastante incrível. Agora eu entendo por que vejo tão poucas vítimas da doença aqui." Dr. ████: "S…Sim. Veja, eu achava que você não podia falar. Eu me assustei com o fato de você, hm, poder." SCP-049: "Ah sim, caro senhor. Eu simplesmente prefiro não fazê-lo. A maioria das vítimas da doença é melancólica e não reage bem a conversas. Eu já te vi diversas vezes e não detectei a doença em você, presumo então que também seja um doutor?" Dr. ████: "Na verdade sim. Me chame de [REMOVIDO]… mas a que 'doença' você se refere?" SCP-049: "Ora, meu bom doutor, à Grande Pestilência. O que mais seria?" Dr. ████: "Grande Pesti… Ah, a Praga. Devia ter imaginado. Mas ninguém aqui está infectado, eu garanto." SCP-049: "Oh, caro doutor, eu é que garanto pra você, a Pestilência está aqui, e eu posso senti-la. É meu dever em vida livrar o mundo dela. Minha cura é deveras eficaz." Dr. ████: "Sua cura? Sua cura nos custou centenas de vidas! Sua cura é falha!" SCP-049: "Caro doutor, minha cura é deveras eficaz."

[SCP-049 voltou a permanecer em silêncio e nenhuma outra tentativa de fazê-lo falar foi bem sucedida.]

Conclusão: "Conseguimos terminar os testes do dia, tentando descobrir o que faz com que ele realize cirurgias, ou, mais precisamente, o que ele detecta como "Pestilência". Até agora, as pesquisas não indicam nenhuma correlação entre os funcionários Classe-D que receberam cirurgias. Ainda estamos trabalhando nisso." Dr. ████

Adendo C-1: Necessária autorização de Nível 3: Em 26/04/20██ SCP-049 conseguiu fugir da contenção. Durante o período de cerca de 5 minutos em que agiu sem supervisão, o objeto entrou em contato com SCP-███. Após ser detido, SCP-049 permaneceu bastante calmo e gentil. Desde então, SCP-049 tornou-se muito mais falante enquanto se prepara e durante as cirurgias.


Eu não sei sobre o que o zero-quatro-nove e aquela máscara maldita conversaram, mas ele parece bem mais feliz. Ele não fica mais sentado parado na cela, e vários funcionários alegam tê-lo ouvido cantarolando cânticos sacros antigos. Além disso, ele começou a falar nos momentos que precedem e durante as cirurgias, parecendo tentar… confortar suas vítimas. Afirmando ser ele a 'cura', entre outras coisas. O foco da nossa pesquisa mudou para descobrir sobre que diabos ele e [REMOVIDO] conversaram. - Dr. ████

SCP-106 - "O Velho"



Item #: SCP-106

SCP-106

Classe de Objeto: Keter

Procedimentos Especiais de Contenção: 

Revisão 11-6
Nenhuma interação física com SCP-106 é permitida, em nenhum momento. Todas as interações físicas devem ser aprovadas por não menos que dois/três votos do Comando-O5 e não deve ir além de situações de teste. Toda equipe (Pesquisa, Segurança, Classe D, etc.) deve permanecer à, no minimo, vinte metros de distância da cela de contenção à todo o tempo, exceto quando ordenada manutenção e checagens de re-avaliação.

A cela de contenção deve ser suspensa em uma cela secundária, da qual as paredes devem ser mantidas distantes por, pelo menos, trinta metros das paredes de fora da cela primária. A cela secundária deve permanecer em total observação à todo instante e ambas devem ser iluminadas e limpas de qualquer sujeira. Qualquer item, movimento ou atividade anormal notada dentro da cela secundária irá resultar em bloqueio integral do local. O bloqueio permanecerá até uma ordem de "situação normal" for enviada ao Comando.

Qualquer corrosão observada na cela primária, cela secundária, equipe de apoio ou outros setores do local até duzentos metros do SCP-106 deverá ser reportada à Segurança imediatamente. Qualquer objeto ou pessoal perdido para o SCP-106 deverá ser considerado 'Desaparecido' ou 'Morto em Ação'. Nenhuma tentativa de recuperação ou resgate deverá ser feita sob nenhuma circunstância.

Nota: SCP-106 não possui um estado "dócil". Qualquer redução de atividade ou complacência aumentada do SCP-106 deverá ser considerada como uma tática de atração, imediatamente precedida de ação agressiva e tratada como tal.

NOTA: SCP DESCONTINUADO DEVIDO À ALTA TAXA DE FUGA


Revisão 11-7
Nenhuma interação física com SCP-106 é permitida, em nenhum momento. Todas as interações físicas devem ser aprovadas por não menos que dois terços de votos do Comando-O5 e não deve ir além de situações de teste. Toda equipe (Pesquisa, Segurança, Classe D, etc.) deve permanecer à, no minimo, trinta metros de distância da cela de contenção à todo o tempo, exceto quando sob ordem direta do Comando.

SCP-106 deve ser mantido dentro de um container lacrado, composto de 16 camadas de aço revestida de chumbo, cada uma separada por não menos que 18 centímetros de espaço aberto com exceção de suportes de apoio mínimos. Tal container deve ser mantido suspenso por um sistema de "corrente contínua" dentro de um meio fluído. Este meio deve ser substituido em ciclos de 40 horas e constantemente monitorado para evitar qualquer intrusão de "corrosão".

Qualquer corrosão observada em qualquer superfície da cela, equipe de apoio ou outros setores do local até duzentos metros do SCP-106 deverá ser reportada à Segurança imediatamente. Qualquer objeto ou pessoal perdido para o SCP-106 deverá ser considerado 'Desaparecido' ou 'Morto em Ação'. Nenhuma tentativa de recuperação ou resgate deverá ser feita sob nenhuma circunstância.

SCP-106 não possui um estado "dócil". Qualquer redução de atividade ou complacência aumentada do SCP-106 deverá ser considerada como uma tatica de atração, imediatamente precedida de ação agressiva e tratada como tal.

Nota: Observação do objeto SCP-106 tem mostrado uma sutil "resistência" quando passando através do chumbo ou metais similares. A espessura do material não demonstra fazer diferença. Em suma, multiplas camadas de material fino aparenta "retardar" o SCP-106, forçando-o a entrar e re-emergir multiplas vezes. Fluidos também aparentam "confundir" o SCP-106.

NOTA: SCP DISCONTINUADO DEVIDO À MULTIPLAS BRECHAS NA SUPERFICIE, SISTEMA DE AGITAÇÃO CONTINUOU A DISPERSAR CORROSÃO DURANTE EVENTO DE BRECHA, RESULTANDO EM MULTIPLAS BRECHAS E FALHA INTEGRAL DE CONTENÇÃO.


Revisão 11-8
Nenhuma interação física com SCP-106 é permitida, em nenhum momento. Todas as interações físicas devem ser aprovadas por não menos que dois terços de votos do Comando-O5. Qualquer interação deve ser tomada em locais de segurança máxima AR-II, após uma evacuação não-essencial de pessoal. Toda equipe (Pesquisa, Segurança, Classe D, etc.) deve permanecer à, no mínimo, sessenta metros de distância da cela de contenção à todo o tempo, exceto sob eventos de fuga.

SCP-106 deve ser mantido dentro de um container lacrado, composto de aço revestido de chumbo. O container será lacrado sob quarenta camadas de material identico, cada uma separada por não menos que 36 centímetros de espaço vazio. Estruturas de apoio entre as camadas devem ser colocadas aleatoriamente. Containter deve ser mantido suspenso por não menos que 60 centímetros de qualquer superficie por suportes eletromagneticos ELO-IID.

Area de contenção secundária deve ser composta de sessenta celas esféricas, cada uma cheia com vários fluidos e um conjunto aleatório de superficies e suportes. Area de contenção secundária deve ser equipado com sistemas de luz, capazes de inundar o conjunto todo com não menos que 80,000 lúmens de luz instantaneamente, sem envolvimento humano. Ambas áreas de contenção deve ser mantida sob vigilância 24h.

Qualquer corrosão observada nas superfícies de qualquer cela de contenção, membros da equipe ou outros setores do local até duzentos metros do SCP-106 deverá ser reportada à Segurança imediatamente. Qualquer objeto ou pessoal perdido para o SCP-106 deverá ser considerado 'Desaparecido' ou 'Morto em Ação'. Nenhuma tentativa de recuperação ou resgate deverá ser feita sob nenhuma circunstância.

Nota: Pesquisas contínuas e observações mostraram que, quando encarado com estruturas altamente complexas ou aleatórias, SCP-106 pode ser "confundido", mostrando um atraso marcado na entrada e saida de tais estruturas. SCP-106 também vem mostrado uma aversão à luz súbita direta. Isto não é manifestado em nenhuma forma de dano físico, mas de uma saída rapida para a "dimensão de bolso" gerada em superficies sólidas.

Estas observações, juntamente com a aversão ao chumbo e a confusão ao liquido, vem reduzindo os incidentes de fuga à 43%. As celas "primárias" também têm sido eficazes em incidentes de recuperação que exigem o Protocolo de Revogação ██ - ███ - █. Observação em andamento.

Dano corrosivo na cela de recuperação inicial. Procedimentos de Contenção foram, então, revisados.
Descrição:
SCP-106 aparenta ser um humanóide de idade avançada, com aspecto geral de decomposição corpórea avançada. Esta aparência pode variar, mas a caracteristica de "apodrecimento" é observada em todas as formas. SCP-106 não é excepcionalmente agil e permanecerá sem movimento por dias, aguardando por uma presa. SCP-106 é também capaz de escalar qualquer superficie vertical e manter-se suspenso de ponta-cabeça indefinidamente. Quando em ataque, SCP-106 tentará incapacitar sua preza danificando órgãos principais, grupos musculares ou tendões, então empurrar sua presa em sua "Dimensão de Bolso". SCP-106 prefere presas humanas na idade entre 10-25 anos. SCP-106 causa um efeito de "corrosão" em toda matéria sólida que toca, causando um colapso físico em materiais poucos segundos após contato. Isto é observado como enferrujamento, aprodrecimento e quebra de materiais, também como a criação de uma substância mucosa preta similar ao material que reveste o SCP-106. Este efeito é particularmente prejudicial aos tecidos vivos e é considerado como uma ação "pré-digestiva". Corrosão continua por seis horas após contato, depois que o efeito parece "queimar-se".

SCP-106 é capaz de atravessar matéria sólida, deixando para trás um largo rastro de seu muco corrosivo. SCP-106 é capaz de "desaparecer" dentro de matéria sólida, entrando no que é suposto ser uma forma de "Dimensão de Bolso". SCP-106 pode então sair desta dimensão através de qualquer ponto conectado ao ponto de entrada incial (exemplos: "Entrando" dentro de uma parede em um quarto, e "saindo" fora dela, do outro lado. "Entrando dentro de uma parede e "saindo" através do teto). É desconhecido se este é o ponto de origem do SCP-106 ou uma simples "habitação" criada pelo SCP-106.

Limitadas observações desta "Dimensão de Bolso" mostraram ser compostas, sobretudo, de corredores e salas, com [DADOS EXPURGADOS] entradas. Esta atividade pode continuar por "dias", com algum individuo sendo solto para o propósito expresso de caçar, recapturar e [DADOS EXPURGADOS].

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Adendo:
Plate-69-tm.jpg
Imagem recuperada através de uma camera carregada por um individuo-presa. Camera recuperada em um corredor dois dias após abdução. Contexto desconhecido.
Notas de revisão da SCP:
Devido à enorme dificuldade de conter a natureza do SCP-106, a SCP será revisada a cada três meses ou durante  eventos pós-brecha. Restrições fisicas são impossíveis e dano direto aparenta não surtir efeito no SCP-106. SCP atual, à partir de ██/██/████, girará em torno de observação básica e resposta imediata. Anteriormente, procedimentos de contenção especial mais proativos foram revocados devido aos eventos de brechas: ██, ███, ██, █, e ████.

Notas de comportamento:
SCP-106 aparenta permanecer em longos periodos de "dormência", no qual permanece completamente sem movimento por três meses. A causa disto é desconhecida, contudo, foi mostrado que isto aparenta ser utilizado como tatica de "atração". SCP-106 irá emergir de seu atual estado para o estado de agitação e irá atacar e abduzir pessoal da equipe, causando também danos grosseiros em sua cela de contenção e no local. Protocolo de Revogação [DADOS EXPURGADOS].

SCP-106 aparenta caçar e atacar com base em seu desejo, não fome. SCP-106 irá atacar e coletar multiplos pertences das vitimas durante comportamento de caça, mantendo muitos "vivos" na "Dimensão de Bolso" por tempos extendidos. SCP-106 não tem "limite" determinável e aparenta coletar um numero aleatório de objetos durante o evento.

A dimensão interna acessada pelo SCP-106 aparenta ser apenas acessível pelo mesmo. Aparelhos de gravação e transmissão ainda mostraram-se operantes dentro da dimensão, através de gravações e transmissões bastante degradadas. Aparentemente, SCP-106 "brinca" com a vítima capturada e aparenta ter total controle de tempo, espaço e percepção dentro desta dimensão. SCP-106 aparenta [DADOS EXPURGADOS].

Protocolo de Revogação ██ - ███ - █:
Em um evento de brecha pelo SCP-106, um humano na faixa de 10-25 anos de idade será preparado para a revogação, com a cela de contenção comprometida sendo substituida e restaurada para uso.
Agente █████, após "soltura" pelo SCP-106. Indivíduo esteve desaparecido por duas horas. Indivíduo permaneceu vivo por uma hora após soltura.
Quando a cela estiver pronta, o individuo-isca será ferido, preferencialmente através da fratura de um osso longo, como o fêmur, ou o corte de um tendão principal, como o Tendão de Aquiles. Individuo-isca será então colocado na cela preparada e o som emitido pelo indivíduo será transmitido atraves do sistema de endereço de local publico. SCP-106 começa normalmente a gravitar em torno do individuo-isca entre dez a quinze minutos após ouvir o individuo. Se o SCP-106 não atender à transmissão inicial, trauma físico adicional deverá ser administrado ao individuo-isca em intervalos de vinte minutos até que o SCP-106 atenda. Multiplos individuos-isca podem ser usado em caso de eventos de brecha.
SCP-106 normalmente entrará em estado dormente após encerrar suas ações com o individuo-isca. Em suma, individuos podem [DADOS EXPURGADOS].

O Ingrediente secreto do Hambúrguer de Siri



O popular desenho animado Bob Esponja Calça Quadrada é obviamente famoso por seu personagem principal, Bob Esponja, que é um funcionário do Siri Cascudo: casa do famoso hambúrguer de siri.

Em vários episódios, alguns ingredientes da fórmula secreta do Hambúrguer de Siri é falado, mas eu tenho certeza que todos tem o desejo de descobrir a receita completa.

Como uma criança mais jovem, eu sempre assistia desenhos porque meus pais trabalhavam muito e não tinham tempo pra brincar comigo, então fui criado com o desenho animado e sempre tentei descobrir a fórmula.

Foi divertido adivinhar todos os ingredientes possíveis, mas eu nunca encontrei nada. Até pouco tempo atrás ...

 Eu não costumo prestar atenção a qualquer um dos episódios, é realmente minha irmã que é uma grande fã do show. Mas, recentemente, eu tenho tido o cuidado de tentar me concentrar nos detalhes para resolver o mistério da Fórmula Secreta.

O Gerente de Bob Esponja, o Sr. Siriguejo é (obviamente) um caranguejo e é muito secreto sobre a fórmula. Depois de re-assistir alguns episódios, eu achei peculiar que o Sr. Siriguejo, sua mãe e seu avô são os únicos caranguejos que já vi (exceto para seus três sobrinhos que fazem uma aparição menor). E Larry é a única lagosta. Agora, eu tenho certeza que os caranguejos e lagostas passam muito tempo no fundo do mar, neste caso, "Fenda do Bikini''.

Siriguejo é muito protetor sobre a fórmula secreta, e insiste que a antiga ''receita da família "seja seguida.Eu entendo que ele quer que ela se mantenha secreta,afinal o Hambúrguer de Siri é uma criação original e deliciosa,que trás muito prestigio ao restaurante. Mas alguém realmente pensou sobre o porquê ele é chamado de hambúrguer de siri?

Eu tenho pensado sobre isso, e na minha opinião, eu acho que o ingrediente secreto é carne de caranguejo. Eu sei que parece loucura, por que você iria cozinhar e vender a sua própria espécie? Mas, como visto, o Sr. Siriguejo é um pão-duro e só se preocupa com dinheiro. Acredito que ele seria tão protetor com sua fórmula por que não queria que seus clientes saibam que ele cozinha sua propiá espécie,afinal a venda de patentes é relativamente comum no mercado, e pode resultar em relativo rendimento ao empresário.

Planktom, então, teria desfeito sua amizade com ele(sim,eles eram amigos de infância) ao descobrir a fórmula. Ele, então, apenas quer rouba-la para provar ao público a atrocidade que Siriguejo vem fazendo. Portanto, ele seria o herói da história. Sua busca incessante faz com que ele negligencie seu próprio restaurante. Como mulher alguma conseguiria conviver com esse tipo de atividade, ele não consegue nenhuma, e cria sua esposa-computador.

domingo, 23 de outubro de 2016

Príncipe Orobais

Esta é a entidade número 55 da Ars Goétia.
PRINCIPE OROBAIS (muitos Daemons tem nomes com pronúncia alternativa e esta é uma delas) um Demônio que mesmo sendo ligeiramente inferior a um REI é o demônio mais humilde da arte.
Se algum dia fosse fazer o ritual sem o círculo pode apostar que seria para ele (acho que é melhor não exagerar por que né huehuehue) um demônio amigável e leal ao Magista.
Ele é inofensivel (se você não abusar ele será assim para todo o sempre) e um verdadeiro companheiro.
Também trabalha com patronagem tutelando o Magista e guardando de todo o mal seja por espíritos ou magos.
(Este é o melhor demônio para seu primeiro ritual).

sábado, 22 de outubro de 2016

O mistério das enfermeiras joy



Você já se perguntou como há tantas enfermeira joys  nos jogos Pokemon? Nós temos tudo o que foi dito que é porque elas têm um monte de irmãs. Mas realmente ... é possível ter que muitos irmãos geneticamente idênticos? Bem, você nunca sabe, mas ainda ... eles não queriam deixar ninguém saber a verdadeira razão. É muito irreal e fora do personagem se alguém soubesse o seu segredo. Mas eu descobri. Eu vi. E eu posso te dizer.
Tudo começa quando você anda no centro Pokémon.

Você caminha até ela e vê seu cabelo rosa brilhante.

Você vai cumprimentá-la e ela tem uma voz bonita que não é realmente muito para começar.

Você pode ou não pode ter uma conversa.

Ela leva seu Pokémon, se vira, cura-o e depois lhe da de volta.

Essa é a rotina habitual.

O mais provável é que ela seja ótima e atenciosa durante todo o processo. Dando ou tomando a personalidade que ela tem, porque supostamente cada uma tem personalidade única.

O que você não sabe é que ela instalou um dispositivo de rastreamento em sua pokeball. E todos os seres dela no caso saem.

Por quê? Bem, quando você entrou no prédio, ela sabia que você ia ser perfeito. Ela sabia que você tinha as características para o trabalho. Além disso, você ainda era um novo treinador. Quanto menos conhecia (do jogo) melhor.

De qualquer forma, ela se mantém alerta rastreando você para que as outras enfermeira joys possam encontra-lo. Dessa forma, quando você chegar para uma delas ... bem vamos apenas dizer que elas possam "cuidar" para você.

No entanto ... se uma das enfermeiras joys vê um treinador que quer fica no centro e dormir durante a noite ... sua verdadeira diversão começa.

Você está atribuído a um quarto. Provavelmente um quarto perto da parte de trás do Centro Pokémon.

"Posso levar seu pokemon para outra sala para que eles possam ser curados e descansarem?" Ela pode perguntar. Diga não. Basta dizer não. É a única maneira de se isolar.

"Todos os seus pertences podem ir para a gaveta, para que você possa tranca-la e manter seus itens seguros enquanto dorme!" Ela diz em sua voz, mas você sabe que logo não vai haver tom de amor (na voz).  As joys  fazem isso para mantê-lo desarmado. É claro que você confia nestas amáveis enfermeiras assim todos seus itens que vão a gaveta e ela os tranca.

"Boa noite! E, por favor. Aproveite seu descanso ..." Ela tenta consolá-lo, mas se você olhar de perto, você pode observar o rosto falso que ela tem, porque quase sempre elas estão cheias de emoção antes do procedimento acontecer.

Você consegue adivinhar o motivo real agora? Se sim, então bem feito ... se não continue a ler....

Por volta da meia-noite. Normalmente, quando está tudo escuro e nenhum ser vivo esta levantado  (exceto a nossa enfermeira linda e sádica ) que tudo começa.

A porta do seu quarto suavemente abre ... não há chiado ou ruído porque ela é inteligente o suficiente para lubrificar a porta para que nenhum som seja feito quando ela é aberta.

Ela vem com uma maca (você sabe, essas coisas estiramento médicos que usam para transportar pessoas feridas). Seu rosto não é mais doce, mas diabólico. Ela gosta desse ritual. Ela adora. A pressa. A adrenalina que ela recebe. O brilho vermelho em seus olhos. É como se ela estivesse possuída pelo demônio. Embora você esteja dormindo, ela não corra nenhum risco, ela pega uma agulha.

Não envenenada. É uma forma líquida de pó do sono. Em uma dose muito elevada. Uma onça poderia se manter dormindo por 2 horas. Com uma agulha por 10...

Ela precisa de todo o tempo que pode para o procedimento ser bem sucedido.

Então você é levado para fora em uma maca sendo empurrada pelo corredor em um quarto que foi disfarçado como quarto só das enfermeiras.

Se você alguma vez já conseguei ver o que há dentro, aqui está o que você iria ver:
Membros e apêndices rompidos de tamanhos diferentes em frascos. Apenas daqueles que não foram transformados corretamente.

Há também testículos. Sim. Ela corta-os. Ela arrasta o corpo por baixo de uma ferramenta que os corta fora deles. Ela não se importa com o sangramento. Na verdade, ela recolhe-o através do dreno e guarda-o em frascos. Você sabe para quando ela precisa de uma bebida. Afinal ... Todas as joys precisam de um fornecimento constante de sangue.

Agora, a próxima parte é o seu favorito.

A joy pega uma faca e corta-o a partir da base de seu pescoço até a virilha. Ela faz isso com muito cuidado, porque ela gosta do que faz e se você acordar, você pode sofrer lentamente. No cabelo da Joy não esta arrumado. Está coberto de sangue. O rosto dela mudou completamente. Suas pupilas ficam completamente vermelhas do sangue e seus dentes, de repente, cresce um pouco levando-as a olhar-nos como presas. Não, ela não vira um vampiro.

Bem que ela poderia ser, mas não é esse o ponto.

Joy, então, tem um sorriso que é uma mistura de um palhaço com um demônio, porque ela pega uma garrafa de soro com moléculas de DNA especiais nela. Moléculas de DNA Joy para ser exato. Mas antes que ela faça qualquer coisa com ele, Joy pega todos os seus órgãos. Com exceção de um dois, o coração e o cérebro. E os une a incisão aberta, mas não faz um trabalho decente. Afinal, não importa.

O soro tem de ser derramado diretamente no cérebro para que ele funcione. Então, naturalmente, Joy pega uma serra. Uma serra velha regular e corta sua cabeça, apenas o suficiente para que o cérebro fique a mostra. O soro é derramado e depois de alguns minutos, o seu corpo está se tornando mais ... Uma  Joy. O coração e o cérebro são revividos enquanto novos órgãos ... Órgãos joy crescem na cavidade vazia que é seu corpo. Todos os seus cortes são curadas e sua pele fica perfeita.

O processo está completo. Você acorda no dia seguinte, querendo trabalhar em um centro Pokémon. Em qualquer lugar. Mas você também tem uma molécula de DNA forçando-o a olhar para treinadores menores que poderia virar uma joy. É claro que com isso vem a capacidade de fazer o que foi feito com você.

A coisa é ... Você acha que você nasceu idêntico as enfermeira joy.

Mas por que passar pela dificuldade de fazer as pessoas se transformam em joys? Porque não só clonar? Bem, eu descobri que a joy original gostaria de algum dia governar o mundo com um exército de joys que não iriam fazer nada porque tem que seguir o DNA original. Mas a clonagem iria atrair muita atenção. Além disso, todo o "Eu tenho um monte de irmãs que são idênticos" parece ter sido uma boa história.

Lá você tem. Agora você sabe. Quer saber como eu sei disso? Bem, quem está sempre com a Enfermeira Joy.
Quem é esse no fundo ajudando. Sou eu Chansey! Embora me disseram para nunca falar desta informação mesmo que eu seja um pokemon.

Então, meu conselho para você é vir para o centro pokemon em seu próprio risco. Você nunca sabe. Se as coisas sobre a enfermeira Joy são reais... ela gosta de caçar em torno de si mesma. Então, quando você está dormindo sozinho ou simplesmente relaxando...  acho que você não vai estar seguro. Ouvi dizer que ela tem um rosto bonito mas as vezes demoníaco ao olhar para você.

Oh, parece que ela acabou de escolher outra vítima ... Eu acho que é você

fonte: http://creepypastadark.blogspot.com.br/

A Máscara da Morte Rubra



A “Morte Rubra” havia muito devastava o país. Jamais se viu peste tão fatal ou tão hedionda. O sangue era sua revelação e sua marca. A cor vermelha e o horror do sangue. Surgia com dores agudas e súbita tontura, seguidas de profuso sangramento pelos poros, e então a morte. As manchas rubras no corpo e principalmente no rosto da vítima eram o estigma da peste que a privava da ajuda e compaixão dos semelhantes. E entre o aparecimento, a evolução e o fim da doença não se passava mais de meia hora.
Mas o príncipe Próspero era feliz, destemido e astuto. Quando a população de seus domínios se reduziu à metade, mandou vir à sua presença um milhar de amigos sadios e divertidos dentre os cavalheiros e damas da corte e com eles retirou-se, em total reclusão, para um dos seus mosteiros encastelados. Era uma construção imensa e magnífica, criação do gosto excêntrico, mas grandioso do próprio príncipe. Circundava-a a muralha forte e muito alta, com portas de ferro. Depois de entrarem, os cortesãos trouxeram fornalhas e grandes martelos para soldar os ferrolhos. Resolveram não permitir qualquer meio de entrada ou saída aos súbitos impulsos de desespero dos que estavam fora ou aos furores do que estavam dentro. O mosteiro dispunha de amplas provisões. Com essas precauções, os cortesãos podiam desafiar o contágio. O mundo externo que cuidasse de si mesmo. Nesse meio-tempo era tolice atormentar-se ou pensar nisso. O príncipe havia providenciado toda a espécie de divertimentos. Havia bufões, improvisadores, dançarinos, músicos, beleza, vinho. Lá dentro, tudo isso mais segurança. Lá fora, a “Morte Rubra”.
Lá pelo final do quinto ou sexto mês de reclusão, enquanto a peste grassava mais furiosamente lá fora, o príncipe Próspero brindou os mil amigos com um magnífico baile de máscaras.
Que voluptuosa cena a daquela mascarada! Mas antes descrevamos os salões em que ela se desenrolava. Era uma série imperial de sete salões. Em muitos palácios, porém, esses salões formam uma perspectiva longa e reta, quando as portas se abrem até se encostarem nas paredes de ambos os lados, de tal modo que a vista de toda essa sucessão é quase desimpedida. Ali, a situação era muito diferente, como se devia esperar da paixão do príncipe pelo fantástico. Os salões estavam dispostos de maneira tão irregular que os olhos só podiam abarcar pouco mais de cada um por vez. Havia um desvio abrupto a cada vinte ou trinta metros e, a cada desvio, um efeito novo. À direita e à esquerda, no meio de cada parede, uma alta e estreita janela gótica dava para um corredor fechado que acompanhava as curvas do salão. A cor dos vitrais dessas janelas variava de acordo com a tonalidade dominante na decoração do salão para o qual se abriam. O da extremidade leste, por exemplo, era azul – e de um azul intenso eram suas janelas. No segundo salão os ornamentos e tapeçarias, assim como as vidraças, eram cor de púrpura. O Terceiro era inteiramente verde, e verdes também os caixilhos das janelas. O quarto estava mobiliado e iluminado com cor alaranjada. O quinto era branco, e o sexto, roxo. O sétimo salão estava todo coberto por tapeçarias de veludo negro, que pendiam do teto e pelas paredes, caindo em pesadas dobras sobre um tapete do mesmo material e tonalidade. Apenas nesse salão, porém, a cor das janelas deixava de corresponder à das decorações. Aa vidraças, ali, eram rubras – de uma violenta cor de sangue.
Ora, em nenhum dos sete salões havia qualquer lâmpada ou candelabro, em meio à profusão de ornamentos de ouro espalhados por todos os cantos ou dependurados do teto. Nenhuma lâmpada ou vela iluminava o interior da seqüência de salões. Mas nos corredores que circundavam a suíte havia, diante de cada janela, um pesado tripé com um braseiro, que projetava seus raios pelos vitrais coloridos e, assim, iluminava brilhantemente a sala, produzindo grande número de efeitos vistosos e fantásticos. Mas no salão oeste, ou negro, o efeito do clarão de luz que jorrava sobre as cortinas escuras através das vidraças da cor do sangue era desagradável ao extremo e produzia uma expressão tão desvairada no semblante dos que entravam que poucos no grupo sentiam ousadia bastante para ali penetrar.
Era também nesse apartamento que se achava, encostado à parede oeste, um gigantesco relógio de ébano. Seu pêndulo oscilava de um lado para o outro com um bater surdo, pesado, monótono; quando o ponteiro dos minutos completava o circuito do mostrador e o relógio ia dar as horas, de seus pulmões de bronze brotava um som claro, alto, grave e extremamente musical, mas em tom tão enfático e peculiar que, ao final de cada hora, os músicos da orquestra se viam obrigados a interromper momentaneamente a apresentação para escutar-lhe o som; com isso os dançarinos forçosamente tinham de parar as evoluções da valsa e, por um breve instante, todo o alegre grupo mostrava-se perturbado; enquanto ainda soavam os carrilhões do relógio, observava-se que os mais frívolos empalideciam e os mais velhos e serenos passavam a mão pela teste, como se estivessem num confuso devaneio ou meditação. Mas, assim que os ecos desapareciam interiormente, risinhos levianos logo se riam do próprio nervosismo e insensatez e, em sussurros, diziam uns aos outros que o próximo soar de horas não produziria neles a mesma emoção; mas, após um lapso de sessenta minutos (que abrangem três mil e seiscentos segundos do tempo que voa), quando o relógio dava novamente as horas, acontecia a mesma perturbação e idênticos tremores e gestos de meditação de antes.
Apesar disso tudo, que festa alegre e magnífica! Os gostos do príncipe eram estranhos. Sabia combinar cores e efeitos. Menosprezando a mera decoração da moda, seus arranjos mostravam-se ousados e veementes, e suas idéias brilhavam com um esplendor bárbaro. Alguns podiam considerá-lo louco, sendo desmentidos por seus seguidores. Mas era preciso ouvi-lo, vê-lo e tocá-lo para convencer-se disso.
Para essa grande festa, ele próprio dirigiu, em grande parte, a ornamentação cambiante dos sete salões, e foi seu próprio gosto que inspirou as fantasias dos foliões. Claro que eram grotescas. Havia muito brilho, resplendor, malícia e fantasia – muito daquilo que foi visto depois no Hernani. Havia figuras fantásticas com membros e adornos que não combinavam. Havia caprichos delirantes como se tivessem sido modelados por um louco. Havia muito de beleza, muito de libertinagem e de extravagância, algo de terrível e um tanto daquilo que poderia despertar repulsa. De um ao outro, pelos sete salões, desfilava majestosamente, na verdade, uma multidão de sonhos. E eles – os sonhos – giravam sem parar, assumindo a cor de cada salão e fazendo com que a impetuosa música da orquestra parecesse o eco de seus passos. Daí a pouco soa o relógio de ébano colocado no salão de veludo. Então, por um momento, tudo se imobiliza e é tudo silêncio, menos a voz do relógio. Os sonhos se congelam como estão. Mas os ecos das batidas extinguem-se – duraram apenas um instante – e risos levianos, mal reprimidos, flutuam atrás dos ecos, à medida que vão morrendo. E logo a música cresce de novo, e os sonhos revivem e rodopiam mais alegremente que nunca, assumindo as cores das muitas janelas multicoloridas, através das quais fluem os raios luminosos dos tripés. Ao salão que fica a mais oeste de todos os sete, porém, nenhum dos mascarados se aventura agora; pois a noite está se aproximando do fim: ali flui uma luz mais vermelha pelos vitrais cor de sangue e o negror das cortinas escuras apavora; para aquele que pousa o pé no tapete negro, do relógio de ébano ali perto chega um clangor ensurdecido mais solene e enfático que aquele que atinge os ouvidos dos que se entregam às alegrias nos salões mais afastados.
Mas nesses outros salões cheios de gente batia febril o coração da vida. E o festim continuou em remoinhos até que, afinal, começou a soar meia-noite no relógio. Então a música cessou, como contei, as evoluções dos dançarinos se aquietaram, e, como antes, tudo ficou intranqüilamente imobilizado. Mas agora iriam ser doze as badaladas do relógio; e desse modo mais pensamentos talvez tenham se infiltrado, por mais tempo, nas meditações dos mais pensativos, entre aqueles que se divertiam. E assim também aconteceu, talvez, que, antes de os últimos ecos da última badalada terem mergulhado inteiramente no silêncio, muitos indivíduos na multidão puderam perceber a presença de uma figura mascarada que antes não chamara a atenção de ninguém. E, ao se espalhar em sussurros o rumor dessa nova presença, elevou-se aos poucos de todo o grupo um zumbido ou murmúrio que expressava a reprovação e surpresa – e, finalmente, terror, horror e repulsa.
Numa reunião de fantasmas como esta que pintei, pode-se muito bem supor que nenhuma aparência comum poderia causar tal sensação. Na verdade, a liberdade da mascarada dessa noite era praticamente ilimitada; mas a figura em questão ultrapassava o próprio Herodes, indo além dos limites até do indefinido decoro do príncipe. Existem cordas, nos corações dos mais indiferentes, que não podem ser tocadas sem emoção. Até para os totalmente insensíveis, para quem a vida e morte são alvo de igual gracejo, existem assuntos com os quais não se pode brincar. Na verdade, todo o grupo parecia agora sentir profundamente que na fantasia e no rosto do estranho não existia graça nem decoro. A figura era alta e esquálida, envolta do pés a cabeça em vestes mortuárias. A máscara que escondia o rosto procurava assemelhar-se de tal forma com a expressão enrijecida de um cadáver que até mesmo o exame mais atento teria dificuldade em descobrir o engano. Tudo isso poderia ter sido tolerado, e até aprovado, pelos loucos participantes da festa, se o mascarado não tivesse ousado encarnar o tipo da Morte Rubra. Seu vestuário estava borrifado de sangue, e sua alta testa, assim como o restante do rosto, salpicada com o horror rubro.
Quando os olhos do príncipe Próspero pousaram nessa imagem espectral (que andava entre os convivas com movimentos lentos e solenes, como se quisesse manter-se à altura do papel), todos perceberam que ele foi assaltado por um forte estremecimento de terror ou repulsa, num primeiro momento, mas logo o seu semblante tornou-se vermelho de raiva.
– Quem ousa…? perguntou com voz rouca aos convivas que estavam perto – quem ousa nos insultar com essa caçoada blasfema? Peguem esse homem e tirem sua máscara, para sabermos quem será enforcado no alto dos muros, ao amanhecer!
O príncipe Próspero estava na sala leste, ou azul, ao dizer essas palavras. Elas ressoaram pelos sete salões, altas e claras, pois o príncipe era um homem ousado e robusto e a música se calara com um sinal de sua mão.
O príncipe achava-se no salão azul com um grupo de pálidos convivas ao seu lado. Assim que falou, houve um ligeiro movimento dessas pessoas na direção do intruso, que, naquele momento, estava bem ao alcance das mãos, e agora, com passos decididos e firmes, se aproximava do homem que tinha falado. Mas por causa de um certo temor sem nome, que a louca arrogância do mascarado havia inspirado em toda a multidão, não houve ninguém que estendesse a mão para detê-lo; de forma que, desimpedido , passou a um metro do príncipe e, enquanto a vasta multidão, como por um único impulso, se retraía do centro das salas para as paredes, ele continuou seu caminho sem deter-se, no mesmo passo solene e medido que o distinguira desde o inicio, passando do salão azul para o púrpura, do púrpura para o verde, do verde para o alaranjado, e desse ainda para o branco, e daí para o roxo, antes que se fizesse qualquer movimento decisivo para dete-lo. Foi então que o príncipe Próspero, louco de raiva e vergonha por sua momentânea covardia, correu apressadamente pelos seis salões, sem que ninguém o seguisse por causa do terror mortal que tomara conta de todos. Segurando bem alto um punhal desembainhado, aproximou-se, impetuosamente, até cerca de um metro do vulto que se afastava, quando este, ao atingir a extremidade do salão de veludo, virou-se subitamente e enfrentou seu perseguidor. Ouviu-se um grito agudo e o punhal caiu cintilando no tapete negro, sobre o qual, no instante seguinte, tombou prostrado de morte o príncipe Próspero. Então, reunindo a coragem selvagem do desespero, um bando de convivas lançou-se imediatamente no apartamento negro e, agarrando o mascarado, cuja alta figura permanecia ereta e imóvel à sombra do relógio de ébano, soltou um grito de pavor indescritível, ao descobrir que, sob a mortalha e a máscara cadavérica, que agarravam com tamanha violência e grosseria, não havia qualquer forma palpável.
E então reconheceu-se a presença da Morte Rubra. Viera como um ladrão na noite. E um a um foram caindo os foliões pelas salas orvalhadas de sangue, e cada um morreu na mesma posição de desespero em que tombou ao chão. E a vida do relógio de ébano dissolveu-se junto com a vida do último dos dissolutos. E as chamas dos braseiros extinguiram-se. E o domínio ilimitado das Trevas, da Podridão e da Morte Rubra estendeu-se sobre tudo.

fonte: http://xroads.virginia.edu/~hyper/poe/masque.html

smile jeff


Tem uma coisa que eu preciso contar à vocês, é uma imagem, ela está me perturbando, deixe-me começar do início.
Há mais ou menos umas 3 semanas, eu e alguns amigos estávamos navegando na internet e, de repente, nos deparamos com uma imagem intitulada smile.jeff, ela era apenas a foto de jeff the killer com o sorriso de smile dog.
A imagem era um tanto perturbadora, o jeff estava com sua pele mais escura, meio alaranjada e com aquele sorriso horrível de smile dog estampado em seu rosto, era apenas uma foto, não sei por que sentir tanto medo, eu nunca havia sentido um medo tão grande.
Os meus outros dois amigos estão mortos agora, foram assassinados e a policia ainda não tem nenhuma pista dos assassinos.
Mas antes deles morrerem, ambos me contaram histórias idênticas, histórias incrivelmente estranhas:
-Eu estava tendo um pesadelo horrível,  neste pesadelo, um homem andava em um corredor escuro, ele andava de uma maneira bem estranha, vindo em minha direção, ele carregava uma faca enorme, usava uma blusa branca, suja de sangue e um capuz, portanto não pude ver seu rosto, quando ele estava à menos de 2 metros de mim eu acordei, quando eu acordei, tinha uma faca idêntica à do meus pesadelos na escrivaninha em meu quarto. PORRA, EU NUNCA TIVE UMA FACA NO MEU QUARTO!!!
Na noite seguinte que me contaram, ambos foram encontrados mortos em suas casas, um com marcas de mordidas por todo o corpo e o outro, marcas de facadas muito fundas por todo o corpo e as palavras GO TO SLEEP marcadas em seu peito com um rasgo na pele.
Depois disso eu fiquei realmente assustado, pois durante esta noite eu tive exatamente o mesmo sonho, espere, que barulho é esse vindo da cozinha?
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Nota:Abaixo está a imagem conhecida como smile.jeff, veja por sua própria conta e risco